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Graduação em Jornalismo: será que ainda vale a pena fazer?

Neste mundo cada vez mais digital, em que qualquer pessoa pode fazer um vídeo no YouTube para expressar opiniões e escrever textos em blogs ou redes sociais, existem profissões que ficam mais em evidência e despertam a curiosidade dos jovens, como é o caso dos jornalistas. Então, surge a dúvida: ainda vale a pena fazer uma graduação em Jornalismo?

Para quem sonha em cursar o ensino superior nessa área, saiba que o ramo da comunicação, em geral, apresenta muitas possibilidades de atuação e, sem sombra de dúvidas, essa é uma das maiores vantagens. Além disso, é importante destacar que o diploma tem bastante valor no mercado de trabalho. Ainda que não seja mais obrigatório, ter o documento é um diferencial: não é qualquer um que pode chegar na redação e fazer o mesmo trabalho de um jornalista formado.

Por isso, já adiantando, existem diversos benefícios ao fazer a graduação em jornalismo. Se você deseja saber quais são, continue lendo este post!

Como funciona a graduação em Jornalismo?

Durando, em média, quatro anos, o curso de Jornalismo ainda é um dos mais populares nas universidades. Em geral, a grade curricular dessa área abrange disciplinas básicas, como Teorias da Comunicação, Língua Portuguesa e Ética, com uma grande parte dedicada às disciplinas práticas de produção de texto, fotografia, edição, radiojornalismo, webjornalismo, entre outras.

Sendo conhecido como o profissional que passa informações e notícias em diferentes veículos, como televisão, rádio, internet, jornais e revistas, o jornalista, atualmente, tem ainda maiores possibilidades de atuar dentro da área. Todas essas questões são aprendidas ao longo da graduação em Jornalismo, em que o aluno começa a habilidade de desenvolver a linguagem de acordo com cada meio de comunicação.

Nesse contexto, existem os assuntos técnicos que são levantados no curso, como, por exemplo, dicas para entrevistar pessoas, como apurar uma notícia, modos de escrever um texto de forma objetiva e clara para o público-alvo, estruturação de um artigo jornalístico e por aí vai. Com isso, os alunos terminam a graduação com uma ampla bagagem de conhecimento sobre a área.

Isso é possibilitado pela variedade de disciplinas ofertadas, lembrando que existem as obrigatórias e as optativas. Nesse sentido, as matérias mais comuns na graduação de jornalismo, fora as que já citamos anteriormente, são:

  • assessoria de imprensa;
  • antropologia;
  • fotojornalismo;
  • filosofia;
  • jornalismo on-line;
  • jornalismo cultural;
  • radiojornalismo;
  • telejornalismo;
  • apuração jornalística;
  • edição jornalística.

Como está o mercado de trabalho jornalístico?

Na hora de escolher uma graduação, um dos quesitos que mais devem ser bem analisados é o mercado de trabalho na área pretendida. Afinal, além de conseguir trabalhar no ramo em que se formou, é importante conseguir sobreviver nele.

No caso do jornalismo, trata-se de um mercado disputado, mas com grandes possibilidades de atuação, principalmente com o crescimento da comunicação digital. Nota-se uma reestruturação no fazer jornalístico, então muitos profissionais estão migrando para as novas áreas. A necessidade de se informar sempre vai existir, por isso, a importância desse profissional cresce.

Por que cursar Jornalismo?

Caso você esteja pensando em fazer uma graduação em Jornalismo, mas ainda tenha medo de tomar essa decisão, selecionamos alguns benefícios ao optar por esse curso. Confira!

Diversas possibilidades

Como já adiantamos, um jornalista pode atuar em diversos sub-ramos dessa profissão. A área é bastante dinâmica e possibilita que o profissional experimente diferentes possibilidades, como a assessoria de imprensa, comunicação digital, edição, comunicação institucional, reportagem e pauta.

Até mesmo em algumas empresas, é possível fazer a rotação de setores e, com isso, o profissional se torna ainda mais apto para descobrir qual é a sua área favorita para trabalhar no jornalismo.

Networking

Já na universidade, os alunos começam a fazer contato, seja entre si, seja entre professores e profissionais da área. Isso permite que eles construam um bom networking e, com isso, tenham mais chances de conseguir estágios e empregos na profissão. Investir nas relações interpessoais durante a graduação é fundamental.

Acesso à informação

Para saber se o jornalismo é a profissão ideal para você, faça a si mesmo esta pergunta: “Sou uma pessoa curiosa?”. Isso porque a curiosidade e o jornalista devem andar de mãos dadas, já que essa característica possibilita que surjam pautas e redações incríveis.

Nesse sentido, caso você constate que é uma pessoa curiosa, imagine que incrível ter acesso à informação em primeira mão? Essa é a realidade de boa parte dos jornalistas atualmente. Afinal, para dar a notícia, inicialmente esses profissionais devem ter acesso a ela.

Sem rotina de trabalho

Para quem gosta de uma rotina regrada, talvez esta não seja uma boa notícia, mas o jornalista não tem ideia do que pode acontecer no dia seguinte no trabalho. Isso porque cada dia é único, sendo possível ocorrerem diferentes acontecimentos imprevisíveis.

Com isso, surgem novas notícias e, assim, não existe uma rotina de trabalho. Esse fato pode ser bom e ruim, porque, ao mesmo tempo em que praticamente não existe tédio no dia a dia do jornalista, nem sempre ele poderá cumprir alguns compromissos pessoais devido à dinâmica do trabalho.

Dessa forma, ainda vale a pena fazer uma graduação em Jornalismo, caso você tenha noção de que não deve ficar deslumbrado e acreditar que serão tudo flores durante os anos da graduação e após a formação. Afinal, assim como em qualquer profissão, dificuldades vão surgir e fazer o profissional questionar da própria escolha, mas isso não significa que foi uma decisão ruim.

Então, ficou interessado em fazer graduação na área? A UCDB oferece um dos cursos mais tradicionais do Estado e conta com o melhor laboratório de Comunicação do Centro-0este, com ênfase em aulas práticas. Conte para nós na caixa de comentários logo abaixo se este conteúdo ajudou você a entender melhor como funciona essa profissão!

Educação a distância: essa pode ser uma opção para você!

Você já parou para pensar que a educação a distância pode ser uma boa para você? Essa alternativa conta com cada vez mais adeptos jovens, além de um suporte didático que vem evoluindo.

Neste post, você vai ver o que é a educação a distância, como funciona essa modalidade de ensino, quais são suas principais vantagens, como o mercado vê os profissionais EAD e muito mais. Preparado? Então vamos lá!

O que é a educação a distância?

Sabe quando bate aquela dúvida entre entrar em uma universidade ou ir direto em busca de um emprego? Então, é para esses e muitos outros casos que a educação a distância serve. A ideia é levar o conhecimento e a educação das salas de aula para dentro da sua própria casa.

E como isso é feito? A resposta está na tecnologia. Os cursos podem ser consumidos de forma eletrônica com o uso da internet. Essa modalidade é representada pela sigla EAD e a interação entre alunos e professores é feita por meio de plataformas na web.

Tudo isso dentro de um ambiente virtual de aprendizagem que varia de acordo com cada instituição. Costuma dispor de chats de comunicação entre os alunos, materiais para download e bibliotecas virtuais.

Como funciona essa modalidade de ensino?

A entrada em “salas de aula” EAD é feita por meio do login de usuário e senha. As plataformas são customizadas e usadas para a transmissão de aulas, entrega de trabalhos e acesso às notas.

As instituições também contam com plantões de dúvida virtuais para suprir a falta presencial dos professores, assim como calendários de atividades previstas no semestre. Nas bibliotecas virtuais, os materiais são baixados em PDF e usados como fonte de informação pelos alunos.

Algumas instituições também contam com fóruns, nos quais os temas são discutidos de forma paralela. O principal formato para as aulas é o de vídeo — em alguns casos, streaming com dias e horários marcados.

Quais são as principais vantagens?

Os cursos EAD contam com várias vantagens para os graduandos. A seguir, listamos algumas. Veja!

Economia nos custos

O primeiro ponto que chama atenção na graduação a distância são os valores baixos, chegando até a metade do valor dos cursos presenciais. Isso acontece porque esse tipo de ensino conta com muito menos despesas que os presenciais, sem gastos com a manutenção dos espaços.

Gastos com deslocamento, passagens, gasolina e transporte público também estão entre os que podem ser cortados. Afinal, no EAD você estuda de onde quiser, certo? Então, não há necessidade de se deslocar até o campus.

Outra boa economia é com alimentação e materiais. Você pode comer na sua própria casa e os materiais podem ser baixados e consultados pela rede, graças às bibliotecas da instituição.

Flexibilidade

Lembra de quando citamos a dúvida comum em jovens sobre ir em busca de um emprego ou ingressar em uma universidade? Então, a educação a distância permite que as duas coisas sejam feitas ao mesmo tempo.

Isso porque o EAD conta com a flexibilidade. E o que isso significa? Se você abrir um dicionário agora e buscar pelo termo “flexível”, certamente vai encontrar na definição algo como “aceitação às novas circunstâncias”.

O resultado é não só a possibilidade de conciliar o trabalho e os estudos, como também a adaptação a estilos de vida muito distintos. Se você faz viagens regularmente ou tem horários variados, o EAD pode ser uma boa.

Comodidade

Estudar a distância na sua própria casa é mais cômodo. Alguns alunos sentem que a sala de aula é um ambiente desconfortável e conseguem se concentrar com muito mais facilidade dentro da própria casa.

Aqui, o aluno pode assistir às aulas na hora que quiser (com exceção dos conteúdos ao vivo) e no local mais apropriado para ele. Você não vai precisar seguir horários regrados para a maioria das atividades e conta com muito mais liberdade.

A maior parte dos materiais ficam disponíveis de forma integral. Por isso, você pode acessá-los e reacessá-los quando quiser, podendo fazer consultas e voltar nas partes em que ficou com dúvidas.

Aprendizado

O aprendizado na educação a distância é similar ao de cursos presenciais. Isso porque os cursos são igualmente rigorosos, contando com o mesmo planejamento pedagógico e a mesma carga de leitura.

Tudo é planejado para manter o aluno on-line pelo tempo necessário para assimilar as matérias, de acordo com boas formas de apresentação e didática. Você passa a se organizar melhor para ver as aulas e aprender de acordo com o seu próprio ritmo.

A educação a distância ainda estimula o desenvolvimento de um cronograma de estudos mais inteligente. Assim, você encontra os espaços de tempo ideais para estudar, fazendo sentido para você e para as suas prioridades.

Reconhecimento

As instituições EAD também são avaliadas pelo MEC. Os pontos de grade curricular, titulação de professores e infraestrutura são levados em conta na hora de garantir a qualidade do curso.

O diploma é igualmente válido no mercado de trabalho. Por isso, é possível concorrer às mesmas vagas ou participar de concursos de nível superior.

Além disso, a carga horária entre as duas modalidades é a mesma. Isso serve tanto para tecnólogo quanto bacharel. O Enade também conta na avaliação do curso, garantindo que a performance dos alunos está adequada para os padrões de educação.

Contato diversificado

A rede de contatos que a distância traz costuma ser bem diversificada. A falta de barreiras geográficas faz com que o vínculo possa acontecer com pessoas do país inteiro, trazendo as oportunidades mais variadas.

Essa prática de interações costuma ser estimulada entre tutores, professores e colegas. Em algumas instituições, o contato também é feito por e-mail. Nesse caso, os tutores enviam semanalmente aos alunos informações importantes sobre as atividades e as datas das provas.

Diversidade de cursos

O EAD conta com cursos muito diversificados, em nível técnico, graduação e pós-graduação. Por isso, o campo de atuação do graduando no mercado pode ser bem amplo, já que as escolhas são muito diversificadas.

As instituições vêm se interessando cada vez mais pela modalidade e aumentando a oferta de cursos para bacharelado, licenciatura e tecnologia. A estrutura didática pode ser mantida com mais facilidade, já que os custos são muito menores.

Essa vantagem ainda se expressa na liberdade de escolha dos alunos. A razão é geográfica — você não vai precisar se limitar às opções de campus próximas da sua casa ou do seu trabalho.

Como é a educação EAD no Brasil?

A educação a distância no Brasil vem passando por mudanças significativas ao longo dos anos, como você vai ver a seguir. Acompanhe!

História

Nem sempre a educação a distância se fez com o uso de tecnologia. Os primeiros cursos EAD eram por correspondência, quando os alunos recebiam os materiais na própria residência.

Após alguns anos, a apresentação e as aulas dos cursos passaram para a televisão. Os materiais poderiam ser armazenados em DVD e VHS, ou transmitidos ao vivo por meio de emissoras televisivas.

Esse modelo era feito com a parceria entre fundações, instituições de ensino e redes de televisão. O estudo era feito em materiais impressos que acompanhavam as matérias exibidas pelas emissoras.

A internet enriqueceu a forma que esse aprendizado é feito e ainda abriu a possibilidade para uma interação fluida, onde as dúvidas são solucionadas na hora. A variedade de cursos se tornou maior e a possibilidade de fazer download dos materiais mudou a dinâmica de ensino.

Isso é feito no modelo de e-learning. E o que isso significa? Na prática, que o processo de aprendizagem que se baseia majoritariamente no uso da tecnologia de informação e comunicação. Em cursos semipresenciais, esse processo se torna b-learning, numa combinação de práticas pedagógicas para melhorar o desempenho dos alunos.

Expansão

O EAD tem crescido significativamente no Brasil. O motivo é simples — essa dinâmica de ensino pode levar um curso até pessoas que não poderiam acessá-lo de outras formas. A aceitação também acontece no MEC e em programas do governo, como o ProUni, em que bolsas para cursos a distância também são disponibilizadas.

Entre os cursos mais procurados na modalidade estão: Pedagogia, Serviço Social, Administração, Competências Gerenciais, Recursos Humanos, Ciências Contábeis e Letras.

Desses, o curso que conta com mais vagas para estágio é o de Administração.

A maioria das pessoas que se matriculam em cursos a distância investem em licenciaturas, sendo o segundo tipo mais escolhido de formação o bacharelado, seguido pelo tecnológico.

Alguns cursos EAD ocupam a educação informal. Os cursos livres, por exemplo, contam com conteúdo focado no aprendizado de habilidades específicas. Os assuntos são bem variados e oferecem profissionalização rápida para várias áreas no mercado de trabalho.

Perfil do aluno

O aluno de curso a distância tende a valorizar três coisas: liberdade geográfica, autonomia de horários e iniciativa para montar a própria rotina de estudos. Estudar a distância exige uma certa disciplina, e estudantes bem organizados costumam se dar bem nesse tipo de curso.

O fato de a matéria ser virtual não significa que os alunos estão isolados socialmente. Estudantes que criam grupos paralelos e promovem encontros fora do ambiente EAD costumam colher frutos melhores dos cursos.

Alguns graduandos ainda têm mais facilidade para explorar as ferramentas on-line, como plantões de dúvida e aulas extras. Isso faz com que o aproveitamento do curso seja ainda maior.

Hoje, é comum a presença de jovens com problemas para se deslocar até o campus, profissionais que procuram flexibilidade de horários e pessoas mais experientes em busca de se reciclar para evoluir na carreira.

Essa diversificação de perfis tem feito com que o ritmo de crescimento no EAD supere o do ensino presencial. As matrículas são mais frequentes, assim como o número de ofertas de cursos. É provável que, no futuro, alunos ingressem mais em cursos EAD do que em cursos presenciais.

Como o mercado vê quem optou pela educação a distância?

O preconceito com o EAD era similar ao de cursos tecnológicos há alguns anos. Agora, os cursos mantêm uma estrutura muito similar à dos presenciais, contando com avaliações de qualidade semelhantes.

De forma geral, o mercado dá muito mais peso para portfólio e experiência profissional do que para a modalidade do curso superior. O EAD ainda ajuda a desenvolver características que favorecem os estudantes no mercado de trabalho, como disciplina, organização e foco.

Esses pontos fortes podem ser realçados durante uma entrevista de emprego, servindo como um elemento extra para ajudar o candidato a “vender seu peixe”. A recomendação é “instruir” o recrutador sobre como o EAD funciona, para que qualquer possível preconceito seja desfeito.

Procure ficar de olho nos indicadores de qualidade do curso. Eles revelam muito sobre a aceitação da graduação no mercado de trabalho e podem ser importantes na hora de fazer a escolha.

Dos resultados profissionais que você vai ter, boa parte vai depender da forma com que você aproveita o curso e usa o conhecimento para enriquecer o currículo — independentemente de ser presencial ou online. Por isso, aproveite bem o período de estudos e solucione todas as dúvidas que tiver.

O que levar em consideração ao escolher uma instituição de ensino?

Escolher uma instituição de ensino pode exigir uma boa dose de pesquisa e disso depende o alcançar resultados positivos — já que você garante que os anos de sua formação vão ser encaminhados por “boas mãos”.

Credenciamento no MEC

O credenciamento no Ministério da Educação é o que define se o seu diploma é válido ou não. Sem o reconhecimento, o diploma torna-e pouco valorizado no mercado de trabalho e impossibilita prestar concursos públicos.

As avaliações do MEC variam desde insuficientes até positivas, em que são usados dois critérios para análise: o Índice Geral de Cursos e o Conceito Institucional. O IGC é feito a partir de uma média ponderada de todos os cursos.

Já o CI leva em conta a infraestrutura para examinar a qualidade da instituição. Para isso, uma visita é feita, e as instalações físicas são examinadas, assim como as políticas e os projetos.

As notas vão de 1 a 5. Os valores mais baixos são insatisfatórios, enquanto os mais altos são positivos. Os cursos contam com uma avaliação um pouco diferente, na qual se consideram três fatores: o Conceito Preliminar de Curso, Conceito de Curso e resultados do Enade.

O CPC diz respeito ao corpo docente, aos recursos didáticos e ao desempenho dos graduandos. Já o CC decorre da visita às instalações físicas da instituição, onde se leva em conta a infraestrutura. Por fim, o Enade é a prova com que se avalia o desempenho dos alunos e a diferença desde o início do curso até sua conclusão.

Qualidade tecnológica

A qualidade tecnológica é um dos fatores mais importantes na hora de determinar se uma instituição é boa. Isso porque uma boa infraestrutura melhora a experiência de aprendizado e o consumo das aulas.

O primeiro ponto a considerar é a produção dos vídeos e a qualidade dos materiais. Os documentos são bem diagramados? É possível ouvir claramente o que os professores e tutores dizem nos vídeos? Nesse ponto, entrar em contato com ex-alunos pode ser uma boa para conseguir essas respostas.

Uma videoaula não pode ser produzida de qualquer jeito. É preciso contar com professores qualificados, didáticos, uma boa edição e equipamentos de qualidade, como câmeras, microfones, luzes e tudo o que envolve essa produção.

Outro ponto importante a considerar é o streaming para aulas ao vivo. As transmissões são estáveis ou ficam fora do ar com frequência? Os vídeos armazenados são de fácil acesso ou demandam um certo tempo?

Engana-se quem acredita que um curso on-line depende apenas do corpo docente para funcionar. Se a instituição também não contar com um bom suporte técnico, os alunos podem acabar ficando na mão.

Por isso, se certifique de que as plataformas são de boa qualidade. Isso inclui layout, design e disposição de elementos para as aulas. Ambientes virtuais de aprendizagem pouco intuitivos tiram muito da praticidade típica do EAD.

Docentes qualificados

Você já parou para se perguntar sobre quem vão ser os professores que vão ministrar o seu curso? Esse fator diz muito sobre a qualidade de ensino da instituição. Afinal, todas as aulas vão passar pela equipe docente.

De forma geral, um bom número de docentes costuma indicar aulas melhores. Boas instituições também contam com professores que fazem pesquisas e desenvolvem mais que a simples especialização.

Veja sempre a valorização que a instituição dá para o corpo docente — isso se reflete diretamente na qualidade da formação. Você também pode se informar para descobrir se os professores têm trabalhos publicados e pedir a opinião dos seus antigos professores de ensino médio sobre a instituição.

Algumas universidades divulgam listagens mostrando quem são os professores que ministram os cursos e suas qualificações. Garimpe essas informações para ver o que você descobre.

Diferenciais

As instituições de ensino podem oferecer muitas coisas além dos cursos comuns. Os diferenciais trazem novas possibilidades e valorizam ainda mais o curso — por isso é importante dar uma pesquisada.

Veja se há possibilidade de especialização. Ou seja, cursos de pós-graduação que atualizam e capacitam os alunos com conhecimento específico sobre algum tema e emitem o certificado de “especialista”.

Algumas instituições EAD também trazem a possibilidade de intercâmbios. Assim, você pode adquirir novas vivências, entrar em contato com uma nova cultura e, ainda, aperfeiçoar um idioma de forma rápida.

Outros diferenciais são os cursos extracurriculares. Quando bem escolhidos, podem complementar a sua formação, aumentar a quantidade de certificados no seu currículo e aumentar sua empregabilidade no mercado de trabalho.

Por fim, algumas instituições disponibilizam eventos, seminários e palestras on-line. Por meio delas, você pode adquirir um conhecimento que vai além do acadêmico e entender melhor o funcionamento das empresas.

Os assuntos que entram em pauta costumam envolver temas voltados ao mercado de trabalho, assuntos atuais ou matérias de natureza técnica. Algumas palestras também emitem certificados que podem complementar seu currículo.

Como você viu, também é possível encontrar o curso dos sonhos na educação a distância. Essa é uma excelente solução para economizar mais, ganhar liberdade na rotina e ainda solucionar os problemas de deslocamento.

Você acha que EAD é uma coisa recente? Pois os cursos a distância da UCDB já contam com mais de 20 anos de tradição e são credenciados pelo MEC. A biblioteca virtual é vasta e conta com um acervo de mais de 5 mil livros.

E você? Que tal começar sua graduação em parceria com quem realmente tem condições de abrir portas no mercado de trabalho? Então, entre em contato com a gente e conheça!

Entenda melhor a relação entre EAD e mercado de trabalho

Já pensou em fazer uma graduação ou especialização a distância? Esse é um método que muitos profissionais estão utilizando para se atualizarem e conquistarem novas posições na carreira. Mas você ainda tem dúvidas sobre a relação entre a EAD e mercado de trabalho? Não sabe se vale a pena investir em uma formação sem saber se ela é bem aceita pelos recrutadores?

Fique tranquilo, porque, neste post, você vai ter as suas respostas! Vamos falar sobre como o mercado vê o ensino a distância atualmente no Brasil e de que forma ele coloca os alunos em vantagem nos processos seletivos. Acompanhe!

Avaliação do mercado sobre o ensino a distância

Quando os cursos a distância começaram a ser oferecidos no Brasil, realmente havia uma desconfiança por parte do mercado. Isso aconteceu não só porque tudo que é novo enfrenta alguma resistência, mas também porque nem sempre o conteúdo do EAD era igual ao das graduações ou especializações presenciais. Eles tinham algumas diferenças, inclusive em relação à carga horária, que eram consideradas significativas.

Porém, ao longo do tempo, essa realidade mudou. O Ministério da Educação regulamentou essa modalidade de ensino. Desde então, as universidades precisam oferecer o mesmo programa tanto para os cursos presenciais quanto os virtuais.

Além disso, o MEC exige que as instituições sigam o Referencial de Qualidade para EAD, que especifica carga horária semanal e total, oferta de tutoria, infraestrutura de apoio e assim por diante.

Depois das mudanças e após começarem a trabalhar com profissionais formados nos cursos EAD, as empresas passaram a vê-los de outra forma. A desconfiança inicial cedeu lugar para o reconhecimento de que os ex-alunos formados a distância têm todas as competências necessárias para produzirem excelentes resultados e se destacarem no mercado. O sucesso foi tão grande que, hoje, 21% dos estudantes de ensino superior estão matriculados nessa modalidade.

Vantagens do aluno EAD no mercado de trabalho

Além desses pontos mencionados, os gestores de empresas começaram a perceber que os alunos EAD apresentam algumas qualidades muito especiais. Elas fazem uma enorme diferença no mercado de trabalho, garantindo que eles tenham um destaque ainda maior e um desempenho de altíssimo nível. Quer saber quais são essas características? Confira a seguir!

Proatividade

Os alunos EAD estudam sozinhos, longe das salas de aula. Embora eles tenham todos os recursos de apoio necessários para um excelente desempenho, a verdade é que eles precisam tomar a iniciativa.

Eles organizam seu próprio horário de estudo, avaliam se estão compreendendo a matéria ou se é preciso retomar algum ponto, procuram os tutores para tirar suas dúvidas e realizam as tarefas propostas, mesmo que não tenha ninguém supervisionando.

Todas essas situações fazem com que, ao final do curso, eles não só dominem o conteúdo, mas cheguem ao mercado com um alto nível de proatividade, fazendo a diferença nas organizações onde trabalham. Esses profissionais demonstram iniciativa, responsabilidade e capacidade de autogestão. Portanto, passaram a ser extremamente valorizados devido a essa característica.

Vontade de aprender

Outra característica que vale a pena destacar nos alunos EAD é que eles têm uma imensa vontade de aprender. Durante o curso, isso faz com que eles não se conformem com a falta de tempo para frequentar uma graduação ou especialização convencional, com a distância de uma boa universidade ou mesmo com os custos de uma opção tradicional. Em vez disso, eles buscaram uma alternativa para a capacitação.

Essa vontade de aprender é algo intrínseco à pessoa, e que traz benefícios ao longo da vida e da carreira. Um profissional que busca atualização permanente se prepara para enfrentar os novos desafios que surgem no mercado a todo momento. Ele é um propulsor da inovação tanto no desenvolvimento de produtos quanto na adoção de modelos de negócio mais efetivos.

Disciplina e organização

Para conseguir seu certificado, o aluno EAD precisou de muita disciplina e organização. Ele se comprometeu a ter um horário de estudos, distribuiu seu tempo para estudar as diferentes matérias, fez um planejamento para entregar projetos e trabalhos, entre outras demandas de um curso.

Ele tende a levar essas características também para sua vida profissional, o que faz com que as tarefas que são colocadas sob sua responsabilidade sejam realizadas sempre da melhor forma possível.

Domínio da tecnologia

A maioria dos cursos EAD são realizados por meio de plataformas digitais. Para acessar o conteúdo, o aluno precisa aprender a lidar com a tecnologia. Baixar arquivos, acessar vídeos, fazer upload de materiais são atividades muito frequentes nesse tipo de formação.

Além disso, eles descobrem como é possível utilizar outros recursos, como enquetes, formulários de pesquisa, podcasts e aplicá-los também em suas atividades profissionais. No dia a dia, esse domínio tecnológico gera uma série de soluções simples para pequenos problemas que afetam a produtividade.

Gestão do tempo

Finalmente, o aluno EAD também se destaca por conseguir administrar seu tempo de forma eficiente. Ele está acostumado a conciliar um expediente não tão convencional, o estudo e outras obrigações do dia a dia.

Também aprendeu a se programar com antecedência para não deixar suas provas e trabalhos para a última hora. Em seu trabalho, utiliza essa capacidade de gestão para fazer seu dia render mais e ser um colaborador altamente produtivo.

Como você pode perceber, a relação entre a EAD e mercado de trabalho está cada vez melhor. Os profissionais são equiparados em qualidade àqueles que tiveram uma formação presencial e, além disso, algumas de suas características são extremamente valorizadas. No entanto, existe um ponto em que o aluno precisa prestar muita atenção: a escolha da universidade.

Não existe nenhuma diferença entre o diploma de um curso EAD e de uma formação presencial. No entanto, o nome da universidade que emite esse documento ainda conta muito para o mercado. Afinal, algumas instituições são reconhecidas pela sua excelência no ensino e nível de exigência em relação às atividades apresentadas pelo aluno. Dessa forma, elas têm um alto conceito por fornecerem os melhores profissionais.

Gostou de saber mais sobre melhor a relação entre EAD e mercado de trabalho? Quer investir em uma formação a distância com a garantia da melhor universidade particular do Mato Grosso do Sul? Acesse o nosso site agora mesmo, conheça nossos cursos e os diferenciais da nossa instituição! Vem ser UCDB!

Afinal, como elaborar uma rotina de estudos eficiente? Descubra!

Terminar o ensino superior não significa apenas conseguir um diploma. O conhecimento que o aluno adquire durante o curso é essencial para que ele realmente se destaque no mercado de trabalho, consiga excelentes oportunidades e tenha sucesso na carreira. Por isso, tão importante quanto assistir às aulas é elaborar uma rotina de estudos eficientes.

Organizar sua agenda e criar uma boa rotina de estudos é fundamental para ter um bom resultado. Esse hábito além de aumentar sua produtividade e foco, potencializa a aprendizagem, e o esforço se reflete em notas melhores durante o curso, bem como em uma melhor qualificação para o mercado. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura e confira nossas dicas!

Defina horários

Se você pretende levar seus estudos a sério e ter um bom resultado, crie um compromisso com sua própria aprendizagem. Analise todas as suas obrigações da semana, tire o que é desnecessário e defina horários fixos para se dedicar às matérias. Cumprir essa programação durante dois meses ou mais fará com que ela se torne um hábito.

Use uma agenda e respeite-a

Para quem quer aprender de verdade, ter uma agenda ou planner, no papel ou nos meios eletrônicos é muito importante. Isso porque você coloca seu horário de estudos na sua programação diária e evita marcar outros compromissos para esse momento. É uma forma de realmente reservar aquele horário para se dedicar às matérias do curso.

Além disso, coloque nessa agenda todas as provas e trabalhos marcados pelos professores, para não se esquecer de nada e perder os prazos. Programe-se para realizar essas tarefas com bastante antecedência. Se você se organizar e fizer tudo bem antes da data estipulada, estará preparado para imprevistos e não sofrerá com o acúmulo de atividades na última hora.

Selecione as matérias

O tempo que você dedica a cada matéria também merece atenção. Em várias universidades, algumas disciplinas têm um peso maior e devem ser prioridade. Também não se esqueça de que todo mundo tem mais facilidade para aprender determinados assuntos e uma certa dificuldade para dominar outros. Reservar um momento para seus principais desafios pode ajudá-lo a melhorar seu desempenho.

Tudo isso deve ser considerado no seu cronograma de estudos. Separe as matérias que têm um peso maior ou as que você tem dificuldade. Dedique a elas mais tempo, de acordo com o volume de temas para estudar. Para as de menor peso ou dificuldade, é possível que um período de 30 a 45 minutos seja suficiente. Lembre-se também de intercalar os assuntos que mais gosta e os que menos gosta para não perder o entusiasmo.

Determine um método

Há muitos métodos de estudo e é possível usar vários deles. Para escolher, leve em conta o que faz você aprender mais fácil e também as características da disciplina. Se existem assuntos que exigem memorização, por exemplo, abuse de materiais como flashcards. Já para entender conceitos, algumas pessoas preferem assistir videoaulas ou ler livros e apostilas. Teste as diferentes possibilidades, descubra o que funciona melhor no seu caso e facilite sua vida.

Estabeleça um local

Estabelecer um local para estudar é muito importante. Em primeiro lugar, isso acontece porque nosso cérebro se habitua a determinadas situações. Se você escolhe uma parte da sua casa para esse momento e sempre vai até lá, a mente fica condicionada e sabe que durante esse período ela deve se desligar de todo o resto e se concentrar na matéria. Dessa forma, seu foco aumenta e seu rendimento também.

Além disso, é bom que o seu local de estudos tenha tudo que precisa para realizar as atividades — livros, computador para videoaulas, papel, canetas ou lápis para anotações e exercícios, e assim por diante. Isso evitará que você se levante várias vezes para buscar materiais, perdendo tempo e concentração. Também garanta que seu cantinho de aprendizagem fique longe das distrações da casa, como a televisão.

Evite distrações

Sabe as inúmeras abas abertas no navegador do computador? Então, elas aumentam a tentação para visitar aleatoriamente outros sites e fazem você se distrair, o que prejudica a aprendizagem. O mesmo acontece com o som das notificações das redes sociais. Por isso, no seu momento de estudos, o ideal é evitar todos esses elementos e, no caso do celular, deixá-lo até em outro cômodo.

Faça pausas

Nossa concentração é limitada e, apesar de ser possível treiná-la, a verdade é que se obrigamos o cérebro a fazer esforço e manter a atenção por um tempo muito longo, nosso rendimento nos estudos cai. Por isso, é fundamental planejar e fazer algumas pausas durante o período de estudos. Para a maioria das pessoas, 5 ou 10 minutos de descanso a cada hora são suficientes.

Pratique a flexibilidade estratégica

Ter um cronograma fixo para estudos é bom, mas não dá para negar que a vida também tem alguns imprevistos. Em alguns momentos, é preciso flexibilizar essa rotina, seja para atender alguma necessidade pessoal, curtir uma festa ou comemoração especial com os amigos, ou fazer aquela viagem e descansar.

Porém, para que a flexibilidade não se torne uma armadilha que leva à procrastinação, tenha um plano estratégico. Se surgiu aquele compromisso imperdível na quinta-feira, por exemplo, divida o cronograma que estava programado para aquelas horas nos dias anteriores e cumpra-o antes de furar sua agenda. Isso evitará que você empurre indefinidamente aquelas atividade para a frente, atrapalhando seus estudos.

Tire um tempo para você

A graduação ou especialização exigem um período relativamente curto da vida. Por isso, vale a pena se esforçar durante esses anos para ter um futuro melhor. Mas isso não significa que você precisa esquecer completamente da vida social e da diversão. Tire um tempo para fazer o que gosta e relaxar — sair com os amigos, praticar algum esporte ou participar de atividades culturais da sua cidade.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, esse pequeno tempo ocioso até ajuda no seu rendimento acadêmico. Ele faz o cérebro retomar as atividades de aprendizagem com muito mais foco e energia, facilitando a aprendizagem. Além disso, equilíbrio emocional é fundamental, e isso só é possível quando tiramos algumas horinhas para fazer o que nos dá prazer.

Com planejamento e disciplina, é possível ter uma rotina de estudos efetiva, potencializar sua aprendizagem e fazer da graduação ou da especialização um período de intenso crescimento profissional.

Gostou das dicas? Quer outras sugestões para turbinar sua carreira? Siga a UCDB nas redes sociais! Estamos no Facebook, Twitter, YouTube, Instagram e LinkedIn!

Afinal, vale a pena fazer iniciação científica na graduação?

Ao iniciar uma graduação, o estudante tem aulas teóricas e práticas, como também conta com outras possibilidades de experiências relacionadas diretamente com a futura profissão. No curso de Administração, por exemplo, essas são atividades essenciais para entender o dia a dia do profissional da área.

Nesse sentido, muitos cursos colocam o estágio como obrigatório na grade curricular para que o aluno tenha um conhecimento sobre o mercado de atuação. Além disso, outros quesitos em que não existe a obrigatoriedade também podem ajudar o estudante, como a monitoria, os projetos de extensão e a iniciação científica.

No caso da iniciação científica, o objetivo está focado na carreira acadêmica, por meio da pesquisa. Sendo assim, é uma das principais opções para quem deseja seguir carreira na acadêmia, para posteriormente cursar mestrado, doutorado e, até mesmo, pós-doutorado.

Você quer saber quais são as vantagens de fazer uma iniciação científica, também conhecida como IC, ainda durante o período de estudos? Continue lendo este artigo em que abordaremos os principais pontos sobre esse assunto! Boa leitura!

Como funciona a iniciação científica?

Basicamente, a iniciação científica é um programa que existe durante a graduação, no qual os alunos passam a ter contato com linhas e grupos de pesquisa do orientador. Com isso, o objetivo desse projeto é permitir que o estudante tenha contato com pesquisadores experientes e adquira aprendizados em métodos e técnicas científicas.

Além disso, a IC visa despertar o interesse dos estudantes pelo mundo da ciência, para que assim o número de pesquisadores no país seja ampliado e, com isso, existam mais pesquisas para contribuir com o desenvolvimento nacional em diversos setores.

Revela-se necessário destacar que, ao entrar em um projeto, o aluno tem um tempo determinado para concluí-lo e deve mostrar os resultados obtidos com a pesquisa. Geralmente, isso ocorre por meio de apresentações orais e/ou entrega de artigos e relatórios.

Qual é a importância da pesquisa científica?

Existem programas de iniciação científica de diversas áreas, como ciências biológicas, saúde, humanas, exatas, sociais aplicadas, agrárias, engenharias e linguística. Afinal, a grande meta da IC é possibilitar que qualquer ramo do conhecimento esteja em constante desenvolvimento. O que muitas pessoas ainda têm dúvida é sobre a importância da pesquisa científica em esferas como a sociedade civil, economia e, até mesmo, na própria graduação.

Sabe o fogão que você usa todos os dias? A geladeira que guarda os seus alimentos? O computador que permite você realizar os trabalhos da faculdade?

Tudo isso é fruto de muita pesquisa científica. Assim como as leis formuladas pelo governo, a descoberta de cura de doenças, a fabricação de vacinas e o desenvolvimento do senso crítico sobre viver em sociedade são apenas algumas das questões trabalhadas pelas pesquisas científicas e, em muitas delas, por meio da IC.

Ou seja, um país consegue progredir, tanto tecnológica e economicamente quanto em questão de cidadania, quando existem pesquisas nas universidades. Locais conhecidos como grandes polos de compartilhamento de experiência e conhecimento científico, em que diversos pontos de vista se unem em busca do mesmo propósito.

Quais são as vantagens de fazer uma iniciação científica?

Como vimos, fazer iniciação científica durante a graduação é muito importante para quem deseja seguir carreira acadêmica. No entanto, existem outras vantagens ao optar por um programa de IC. Conheça algumas delas!

Melhora no desempenho acadêmico

Existe uma relação entre conseguir uma iniciação científica e um bom coeficiente de rendimento. Isso porque, para entrar nesse tipo de programa, é necessário ter uma nota geral satisfatória nas matérias cursadas na graduação e, para manter-se na IC, é necessário continuar com essa avaliação positiva.

Nesse contexto, por estar habituado à pesquisa, o aluno também consegue se motivar mais em sala de aula. Enquanto isso, os trabalhos das disciplinas, que antes poderiam ser mais exaustivos, ficam mais simples de fazer, principalmente por conta do costume de estudar e pesquisar devido à rotina na iniciação científica.

Outro ponto positivo é que, nos cursos em que as disciplinas lidam com os laboratórios, o estudante que faz iniciação científica se destaca. Afinal, esses locais costumam fazer parte do dia a dia de quem está envolvido com a pesquisa acadêmica, então, estudantes já inseridos no mundo científico tem mais facilidade de aprendizado nesse sentido.

Cria oportunidades para a pós-graduação

Quem faz IC durante a graduação costuma estar bem a frente de quem não faz atividades desse porte, em relação às possibilidades na pós-graduação. Quando comparados aos alunos que nunca fizeram o programa, os estudantes de iniciação científica têm 2,2 vezes mais chance de completar o mestrado e 1,5 maior de terminar o doutorado.

Como se sabe, para entrar na pós-graduação, é necessário escolher um orientador que vai ajudar na pesquisa do aluno. Assim, quem já conhece o ambiente acadêmico devido à iniciação científica tem mais contato com esse mundo e, por isso, pode ter preferência na hora de ser aceito por um professor.

Ajuda na produção do TCC

O trabalho final a ser entregue no último período da graduação costuma assustar muitos estudantes, isso porque, durante todos os anos de faculdade, os alunos não fazem tarefas que demandam tanto tempo e dedicação como o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

A vivência em um projeto de pesquisa em que são entregues ao final atividades de pesquisa, facilitam a vida acadêmica de quem já fez ou faz IC, já que estão habituados à escrita formal, às normas da ABNT, apresentações em congressos e publicação de artigos, por exemplo.

Além disso, ainda é possível dar continuidade à pesquisa da iniciação científica com o TCC. Assim, não é necessário começar esse trabalho desde o início, reutilizando informações obtidas anteriormente nas pesquisas do programa de IC.

 

Existem programas de incentivo para a iniciação científica?

Além dos benefícios anteriormente citados, ainda é possível ter uma bolsa para fazer a iniciação científica. Atualmente, uma das principais agências de fomento é o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que é responsável por fornecer bolsas por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI).

Para quem desenvolve pesquisa por meio do PIBIC, existe um valor de R$ 400,00 mensais a ser recebido pelo bolsista. Nesse caso, as bolsas são concedidas para a instituição de ensino superior, que fica responsável por selecionar os alunos contemplados. Em média, elas duram 12 meses e podem ser renovadas.

Em algumas universidades, como a Universidade Católica Dom Bosco, há programas próprios de fomento à iniciação científica, com o oferecimento de bolsas e vantagens para os acadêmicos pesquisadores.

Dessa forma, participar dos programas é uma ótima oportunidade de experimentar um lado da profissão que, no mercado de trabalho, não vai ser encontrado. Logo, essa é uma chance que só pode ser vivenciada durante os anos de graduação, desde a faculdade de artes até a faculdade de administração.

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Conheça 7 áreas do Direito que vão além do escritório

Se você está caminhando para o final da graduação em Direito ou pensando em escolher essa carreira tão tradicional, provavelmente já sabe que existem muitas possibilidades de atuação em diferentes sub-ramos dessa profissão, não é mesmo? Então, o questionamento que fica é: como decidir qual das áreas do direito é a mais indicada de acordo com as suas características e metas de vida?

Pensando nisso, elaboramos uma lista com as principais vertentes dessa carreira, que vão além do trabalho no escritório, mais comumente conhecido entre os leigos da profissão. Lembrando, é claro, da necessidade de especializar-se na área pretendida para poder atuar nela. Boa leitura!

1. Carreira acadêmica

Enquanto existem pessoas que, desde cedo, sonham em dar aula ou fazer pesquisa, outras descobrem essa vontade durante a graduação. Independentemente do período de descoberta, seguir uma carreira acadêmica exige comprometimento acentuado do indivíduo em relação aos estudos.

Para ministrar aulas de direito, o profissional precisa, após a graduação, continuar se qualificando por meio do mestrado, que dura em média 2 anos. Além do mais, recomenda-se, também, fazer o doutorado, cujo tempo de duração costuma ser de quatro anos.

Ou seja, é um longo investimento de tempo que dará retorno, no mínimo, seis anos após a conclusão da graduação. Por isso, o profissional precisa estar decidido de que esse é o seu objetivo.

Nesse contexto, revela-se necessário destacar que, na decisão por seguir uma carreira acadêmica, é importante participar de diferentes projetos dentro da faculdade, como a monitoria, iniciação científica, além da publicação de artigos científicos e participação em seminários, congressos e palestras.

2. Diplomacia

Quem não pretende trabalhar como advogado, uma boa opção é iniciar a carreira na diplomacia. Os diplomatas têm a responsabilidade de negociar e representar os interesses do Brasil em relação a outros países. Em geral, essa é uma área bastante concorrida, pois não é uma carreira exclusiva do campo jurídico.

Para atuar nesse ramo, o bacharel em direito deve ser aprovado no concurso do Instituto Rio Branco, que pertence ao Ministério das Relações Exteriores. Após a aprovação, ele inicia um curso preparatório ministrado pelo Instituto para enfim poder exercer a profissão.

Antes de se preparar para o concurso, é importante que o profissional domine muitos idiomas. Além disso, seja organizado, disciplinado e tenha alta capacidade argumentativa, que são características essenciais para um bom diplomata.

3. Delegacia

Para atuar como delegado, no Brasil, é necessário ser bacharel em Direito e prestar um concurso para o cargo. Assim, o profissional pode trabalhar tanto na Delegacia de Polícia estadual quanto federal, cuja função é liderar as investigações criminais.

O delegado coordena a preparação de inquéritos, é responsável pela emissão de documentos públicos relacionados ao processo e pela chefia das investigações policiais, com uma carga de responsabilidade enorme.

Ao passar no concurso, o futuro delegado deve fazer um preparatório que é ministrado pela própria polícia. Enfim, esse profissional deve ter muita autoconfiança, autocontrole e um senso de justiça bastante acurado.

4. Direito ambiental

O advogado ambientalista pode ter diversas funções, como a participação em processos judiciais criminais e civis relacionados à legislação ambiental, acompanhamento de processos administrativos de infrações e licenciamentos ambientais. Nesse contexto, o profissional pode trabalhar em ONGs, órgãos públicos, empresas privadas das quais o foco é a responsabilidade ambiental.

Para atuar nesse ramo, é recomendado fazer uma pós-graduação em direito ambiental. Assim, o indivíduo adquire maior conhecimento sobre o assunto, faz networking e ainda se torna mais apto para trabalhar na profissão.

5. Judiciário

Inegavelmente, o judiciário é uma das áreas do direito mais desejadas pelos bacharéis. O juiz federal é um dos mais bem pagos no Direito, em que o salário inicial é de R$23 mil. Portanto, isso faz o cargo ser ainda mais concorrido.

Além da alta competitividade na magistratura, há também um alto nível de responsabilidade. Com isso, o profissional é encarregado de diversos deveres, como:

  • julgar demandas judiciais;
  • expedir mandados de prisão, busca e apreensão, entre outros;
  • priorizar solução rápida relacionada aos conflitos entre as pessoas;
  • prevenir e reprimir ações que são contrárias à dignidade humana;
  • decidir qual das partes cumpriu a lei e qual é a culpabilidade dos envolvidos.

Para conseguir atuar nessa área, os profissionais devem ser bacharéis em Direito e aprovados em concurso específico, que envolve provas e títulos. Por isso, ter um nível acadêmico maior que apenas uma graduação é fundamental para alcançar um bom resultado.

Além disso, revela-se necessário ter experiência mínima comprovada de 3 anos. Logo, essa não é uma carreira fácil para entrar nem para permanecer. Então, estar certo do objetivo profissional ameniza as dores dessa longa caminhada.

6. Promotoria

Ainda em relação aos cargos públicos, existe a promotoria. Nesse sentido, os promotores defendem os interesses da sociedade e do Estado, atuando pelo Ministério Público. Em geral, esses profissionais fiscalizam o cumprimento de leis e promovem ações diante do juiz.

Além disso, defendem uma grande variedade de casos, como direitos da criança, pessoas com deficiência, patrimônio histórico e cultura, defesa do meio ambiente e outras causas sociais.

Para entrar nessa profissão, é necessário prestar um concurso público de provas e títulos. Nessa carreira, habilidades como boa escrita e oratória são primordiais.

7. Direito Penal

Considerado um dos ramos mais populares, o direito penal envolve a manutenção da ordem e da paz social. Por isso, está ligado ao regulamento e estabelecimento de penas para pessoas acusadas de cometerem crimes e contravenções que afetam alguns indivíduos ou a sociedade como um todo.

No dia a dia da profissão, o advogado pode preparar tanto a acusação quanto a defesa de pessoas físicas ou jurídicas envolvidas no processo. Dessa forma, para quem se interessa por questões relacionadas a crimes e contravenções, especializar-se em direito penal é o caminho certo para seguir na carreira como advogado.

Como foi possível perceber, independentemente da escolha de uma entre as áreas do direito citadas neste artigo, é necessário não se contentar somente com a graduação. Dessa forma, continuar estudando, por meio de uma especialização, MBA, mestrado, doutorado e/ou pós-doutorado, é um passo primordial para atingir o objetivo profissional.

O curso de Direito mais tradicional de Mato Grosso do Sul é o da UCDB, com mais de 50 anos de história. Conheça e ingresse na graduação que forma os melhores profissionais.

Este post ajudou você na decisão de qual ramo do direito seguir após a formação? Que tal compartilhá-lo em suas redes sociais? Assim, este conhecimento deixa de ser limitado e ainda é possível ajudar alguém que esteja em dúvida!

EAD ou presencial? Descubra o que considerar na hora de escolher

Para ter sucesso na carreira, o profissional precisa se manter constantemente atualizado. Isso significa que os cursos de graduação e especialização já não são um diferencial no currículo, mas um requisito básico. Felizmente, hoje em dia, existem muitas opções de ensino a distância ou presencial. Assim, adquirir conhecimento e desenvolver competências está ao alcance de todos.

Mas será que o curso EAD tem o mesmo valor que uma formação presencial? O mercado reconhece da mesma forma os profissionais que optaram pelo ensino a distância? O que é preciso levar em consideração na hora de escolher a modalidade de ensino?

Se você também tem essas dúvidas, não se preocupe! Hoje, vamos explicar como essas modalidades funcionam, as possíveis vantagens que o aluno tem em cada uma delas e algumas dicas para escolher sem erros. Vamos lá?

Quais são as diferenças do curso EAD ou presencial?

No Brasil, tanto o curso EAD quanto o presencial são devidamente regulamentados pelo Ministério da Educação. Portanto, desde que a instituição tenha autorização do governo para oferecê-los, o aluno tem a garantia de que eles serão igualmente aceitos pelo mercado.

O curso presencial é aquele mais convencional, que conhecemos. O aluno se matricula, precisa ir à instituição durante os dias e horários determinados para assistir às aulas. Lá, o professor explica a matéria e propõe atividades didáticas, de acordo com seu planejamento. Também existem trabalhos e provas que avaliam a aprendizagem.

O curso virtual funciona de uma forma diferente. O aluno não precisa ir até a universidade para assistir às aulas, pois o conteúdo fica disponível para ele de diversas maneiras. Embora a proposta de cada instituição seja diferente, geralmente os recursos disponíveis são:

  • videoaulas ao vivo ou aulas gravadas com o professor;
  • disponibilização de materiais de leitura por meio de plataformas;
  • possibilidade de tirar dúvidas em fóruns, chats ou a assistência de tutores/monitores;
  • exigência da realização de tarefas, projetos ou avaliações nas plataformas digitais;

É importante destacar que o MEC exige que a instituição ofereça o mesmo conteúdo aos alunos, tanto nos cursos EAD quanto presenciais. Portanto, não existe uma diferença de qualidade no que se refere ao currículo de cada uma das opções. As principais são referentes à flexibilidade de horários e local de estudo.

Como escolher entre um curso EAD ou presencial?

Se os cursos EAD e presenciais podem ter a mesma qualidade, quais são os critérios que um aluno que está pensando em investir em educação continuada deve utilizar para fazer a escolha? Na verdade, como é possível aprender e ter uma excelente formação com as duas opções, os fatores mais importantes são sua disponibilidade de tempo e características pessoais.

Para ajudá-lo a entender melhor e fazer uma boa escolha, preparamos um checklist. Quer saber qual é o curso perfeito para você? Confira!

Qual é sua disponibilidade?

Algumas pessoas têm um período que podem disponibilizar diariamente para a graduação ou especialização. Para elas, é possível ir à universidade, pois conseguem conciliar o trabalho e outras atividades com o curso. Assim, o ensino presencial pode ser uma boa opção, até mesmo porque a exigência da presença faz com que o aluno tenha um compromisso diário com os estudos, siga o ritmo da classe, não se perca na realização de trabalhos e tarefas etc.

Já para quem cumpre um expediente em horários pouco convencionais, não tem como se deslocar todos os dias até um local específico ou precisa viajar a serviço, a EAD costuma ser uma alternativa mais compatível com sua rotina, devido à flexibilidade e à possibilidade de assistir às aulas em outros lugares.

Você é disciplinado?

Na EAD, não haverá ninguém anotando sua presença todos os dias. Portanto, é uma responsabilidade do aluno ligar o computador e assistir às videoaulas, ler o material de estudo, realizar as atividades por meio da plataforma e assim por diante. Se você é disciplinado, será fácil cumprir todas as exigências da universidade e ainda haverá o benefício de não se distrair com os fatos que acontecem em uma sala de aula comum.

Porém, nem todas as pessoas se adaptam ao ensino a distância. Elas sentem falta de tirar suas dúvidas presencialmente com os professores, no momento da aula. Também percebem que seu rendimento acadêmico não é tão bom quando não têm a oportunidade de interagir com o grupo e realizar as atividades de sala. A dificuldade para organizar seus momentos de estudo também pode ser um problema. Assim, elas se identificam melhor com o curso presencial.

Existe um curso de boa qualidade próximo a você?

Algumas pessoas moram ou trabalham perto de boas universidades. Aliás, existem instituições com diversos polos, facilitando o acesso dos alunos. Se você se identificou com essa situação, a graduação presencial pode ser uma excelente opção. Além de exigir o compromisso da presença, o que automaticamente faz com que seu compromisso com o curso seja maior, também existe a oportunidade de participar de uma série de eventos que acontecem ao longo do seu período como estudante.

Já para quem mora em cidades mais afastadas, nem sempre o acesso a uma boa universidade é simples. É comum essas pessoas não encontrarem nem mesmo o curso que pretendem fazer em sua região. Nesses casos, a EAD não é só uma opção que facilita a vida, mas também o único acesso a uma graduação específica.

Como escolher a melhor universidade para seu curso EAD ou presencial?

Apesar de os cursos EAD e presenciais terem a mesma qualidade, é importante levar outro fator em consideração: a universidade. Isso é muito mais importante que a modalidade da graduação ou da especialização, já que os recrutadores e o mercado em geral observam o nome da instituição que consta no diploma.

Enquanto algumas universidades não são muito conhecidas, outras se destacam por praticarem um ensino de excelência e fornecerem excelentes profissionais ao mercado. Esse renome é fundamental para quem quer ter acesso às melhores oportunidades e usar a nova formação para acelerar o crescimento na carreira.

Por isso, na hora de fazer sua escolha entre EAD ou presencial, pesquise bastante. Essa é uma garantia de que seu investimento dará um excelente retorno profissional!

Que tal conhecer melhor a nossa universidade e as opções de cursos? Converse com a nossa equipe e descubra como impulsionar sua carreira agora mesmo. Aguardamos seu contato! Vem ser UCDB.

Administração: tudo o que você precisa saber sobre esse curso

Segundo dados do último Censo da Educação Superior, o curso de Administração é um dos três mais procurados em todo o país, ostentando mais de 680 mil matrículas em 2017. Olhando números assim, fica o questionamento: por que tanta procura?

Provavelmente você já deve ter ouvido falar por aí que quem vai atrás desse tipo de curso é porque não sabia o que queria fazer da vida, não é mesmo? Porém, o que muitos não sabem é o universo de possibilidades que uma graduação dessa pode proporcionar — principalmente no que diz respeito à empregabilidade.

Por isso, neste artigo, você poderá ter uma noção completa sobre o curso de administração e, a partir disso, escolher sua carreira sem susto ou arrependimento. Acompanhe a leitura e confira!

Afinal, como é o curso de Administração?

Regulamentada pela Lei nº 4.769 de 9 de setembro de 1965, a profissão de administrador é uma das mais importantes do país, tendo em vista que todos os setores necessitam das competências inerentes ao perfil de um profissional da área. O curso de Administração tem 4 anos de duração e a grade curricular aborda milhares de aspectos atualizados e coerentes com o que o mercado de trabalho exige.

O curso de Administração é oferecido em diversas modalidades de ensino, portanto, vale escolher onde estudar e buscar a melhor forma de acompanhar as aulas. O formando terá a oportunidade de se registrar no Conselho Regional da categoria e, com isso, receber o tão sonhado título de profissional da área, a fim de exercer suas funções devidamente regulamentadas em todo o território nacional.

A probabilidade de conquistar uma vaga de emprego em uma grande empresa ou ter uma promoção é bem maior, afinal, o número de ofertas de trabalho destinadas para administradores é extensa. Todavia, você precisa ter foco, disciplina e vontade de aprender a todo momento, porque essa área será capaz de modificar suas atitudes e a forma como encara o ambiente, as pessoas e as empresas.

O que se estuda no curso de Administração?

Tão importante quanto pesquisar os tipos de universidade que mais se encaixam no seu momento estudantil é saber quais são as matérias cobradas. Analisar a grade curricular do curso é fundamental, pois assim você se prepara para o que pode vir e consegue ter mais foco na hora de estudar.

No curso de Administração você verá sobre milhares de assuntos que, talvez, você nem sequer fazia ideia que existiam, mas outros são bem familiares, como legislação tributária, filosofia, psicologia, ciência política etc. A seguir, separamos algumas das matérias que costumam aparecer no planejamento de aulas do curso.

Comportamento organizacional

Um bom aluno de administração precisa entender as dimensões micro e macro dos comportamentos organizacionais, sendo que temas como a resistência à mudança, estresse no trabalho e clima organizacional são ensinados durante o curso. Você terá a capacidade de reconhecer os principais aspectos que determinam o comportamento humano e que, consequentemente, podem influenciar no dia a dia das empresas.

Consultoria organizacional

Bem provável que você saia com outra mentalidade depois desse tipo de aula, pois aprenderá conceitos que podem modificar a sua forma de analisar os fatores organizacionais para ter a competência de um consultor empresarial. Conceitos de consultoria, como 5W2H, análise SWOT, Seis Sigma, Balanced Scorecard, entre outros, farão você explorar a visão empresarial ao máximo.

Controladoria

Qualquer ação executada em uma organização necessita de um bom planejamento estratégico e é isso que você aprenderá massivamente durante a graduação. O acesso ao conteúdo de controladoria fará com que você assimile melhor a relevância de cada processo dentro da empresa, aprenda a observar a concorrência e entenda como a avaliação de desempenho e seus indicadores podem ser impactantes no negócio.

Gestão de custos

Se você não tinha o hábito de estudar matemática na escola, saiba que é melhor rever isso e se dedicar com afinco na matéria, pois terá muitas contas a fazer daqui em diante. No entanto, não precisa ter medo, pois a gestão de custos vai te surpreender positivamente e proporcionar um entendimento fabuloso a respeito da diferença entre os custos variáveis e fixos, a análise de despesas, o cálculo do ponto de equilíbrio etc.

Gestão de produção e qualidade

Ao lidar com os processos produtivos, é essencial pensar na qualidade, a fim de evitar gargalos na produção, ter maior aceitação dos produtos no nicho que atua e melhorar a gestão manufatureira e de serviços. Sendo assim, nessa disciplina você terá conteúdos que vão expandir a sua mente sobre arranjos físicos, controle de capacidade, controle da cadeia de suprimentos, administração da qualidade e assim por diante.

Gestão de projetos

Um bom projeto não surge do nada, mas sim é fruto de uma análise contínua e o esforço dos responsáveis por esse setor para desenvolver um planejamento coerente nos mínimos detalhes. Em gestão de projetos você aprenderá sobre a base teórica do PMBOK, a análise de projetos, as metodologias aplicadas e o papel fundamental de um gerente de projetos para a condução do trabalho em si.

Gestão financeira e orçamentária

Para trabalhar na área financeira é preciso ter embasamento teórico e aprender, na prática, como funciona cada procedimento, seja qualitativo, seja quantitativo. Essa disciplina permite que você possa imergir nos reais problemas empresariais e, com isso, tenha uma visão crítica sobre as finanças corporativas, tendo o adendo de uma abordagem contundente a respeito de concursos públicos também.

Marketing

Dentre as áreas da administração, sem sombra de dúvidas, o marketing é uma das disciplinas que abrange mais aspectos de análise de mercado. Você aprenderá o conceito dos 4 Ps, a importância da satisfação do cliente, as estratégias de precificação, o valor da marca, entre outros pontos relevantes que proporcionarão uma análise reflexiva e essencial para se especializar no assunto.

Teoria da administração

Óbvio que você não pode deixar de saber a respeito de quem deu origem à administração, portanto, as abordagens clássicas, comportamentais, contingenciais, entre outras, são importantes dentro do contexto empresarial. Além disso, terá a oportunidade de aprender sobre motivação e liderança e entender como Fayol, Taylor, Weber, Ford e outros nomes foram primordiais na história dessa ciência.

Qual é o perfil de um administrador de sucesso?

Visando ser um administrador de sucesso, capaz de brigar de igual para igual em qualquer processo seletivo e ter o respeito de demais profissionais, você precisa dominar as habilidades humanas, técnicas e conceituais. De maneira geral, deve-se mostrar um aglomerado de competências que sejam suficientes para dar conta das demandas em qualquer área de atuação.

É indispensável ter a capacidade analítica para encontrar as melhores rotas para a empresa seguir e, por consequência, realizar um excelente planejamento dos processos organizacionais. A consciência de agir estrategicamente é um ponto relevante ao preparar um currículo de sucesso, principalmente no que se refere a lidar com cenários adversos, construir objetivos e trabalhar a motivação.

Se você ainda não tem as características necessárias para assumir o papel de liderança na empresa que trabalha ou pretende ingressar, saiba que o curso te dará o know-how necessário para aprimorar esse aspecto. Conduzir bem as equipes de trabalho é uma competência e tanto dentro das organizações, sendo que os gestores anseiam por profissionais que tenham proatividade e queiram assumir responsabilidades.

Por mais que o trabalho em grupo gere conflitos, um administrador de sucesso terá a expertise de lidar bem com essas situações e extrair o que há de melhor de cada perfil, demonstrando assim sua inteligência emocional. Ou seja, aprimorar o autoconhecimento, ter empatia pelos outros, controlar as emoções e construir bons relacionamentos interpessoais são habilidades primordiais para os administradores.

A facilidade em trabalhar com números é outro aspecto que diferencia os administradores de outros perfis de profissionais, pois isso demonstrará que você pode dar conta do recado para gerir a parte financeira da empresa. Ter esse domínio dos principais assuntos relacionados aos custos e despesas, balanço patrimonial e análise tributária coloca você à frente da concorrência.

Evidente que não podemos nos esquecer da fantástica habilidade de se comunicar bem, algo primordial no dia a dia das empresas para assimilar os feedbacks, desenvolver apresentações, comandar equipes e assim por diante. A comunicação assertiva faz parte do marketing pessoal e permite que você consiga estabelecer um bom network e tenha poder de barganha para negociações.

Uma boa gestão do tempo também é fundamental para um perfil de sucesso, algo que você já deve ter em mente lá no princípio quando está buscando métodos de aprendizagem para o vestibular. Essa disciplina ajuda bastante na questão de se adaptar aos vários cenários, pois as companhias passam por mudanças estruturais constantemente e você precisa ter atitudes inovadoras para driblar as adversidades.

Aprender com os próprios erros é algo importante não só para nossa vida pessoal, e sim para adquirir maturidade profissional e exercer uma postura diferenciada no mercado de trabalho. Tão importante quanto isso é se atualizar diante das tendências da profissão, buscando opções de viagens internacionais, cursos de especialização, eventos corporativos e demais opções que aumentem as oportunidades de negócio.

Como é o mercado para o profissional de Administração?

Dar uma olhada na situação atual do mercado de trabalho é algo primordial na sua carreira, afinal, você não quer perder as melhores oportunidades e buscar o que for mais vantajoso para a vida profissional e pessoal é uma prioridade. Sites como o Love Mondays, Trabalha Brasil, Infojobs, LinkedIn e Catho são ótimos parâmetros para consultar as médias salariais e perceber qual área pode ser melhor no momento.

Em diversas empresas de pequeno, médio ou grande porte, costuma-se dividir os níveis profissionais em cinco degraus: trainee, júnior, pleno, sênior e master, sendo que é possível atuar em áreas como logística, comércio exterior, gestão ambiental e, até mesmo, arriscar a carreira acadêmica. A seguir, separamos três exemplos de áreas que costumam empregar muitos profissionais de administração.

Mercado para a área de marketing

A democratização da informação por meio da internet fez com que a área de marketing evoluísse muito, cujo processo interruptivo de outras décadas tem sido substituído por estratégias que buscam encantar o público-alvo. O mercado nesse setor é muito aquecido, pois qualquer empresa hoje precisa de alguém que entenda sobre questões relacionadas ao preço, ao produto, à promoção e o lugar de venda.

Os gestores optam por contratar pessoas que demonstrem ter um perfil dinâmico, ou seja, que assumam as tarefas, apresentem soluções eficientes para remodelar o planejamento e proporcionem resultados de qualidade. A procura por funções ligadas à inteligência de mercado, ao marketing digital, à construção de uma marca de sucesso e às vendas são a grande tendência atual.

Mercado para a área financeira

Apesar de o Brasil viver um período de incerteza econômica — muito por conta das decisões que tramitam pelos três poderes, a confiança dos investidores para retomar o equilíbrio na economia é forte para os próximos anos. Com o acordo histórico entre a União Europeia e o Mercosul, por exemplo, podemos considerar que as áreas financeiras tenham muito trabalho e cresçam exponencialmente.

Para um profissional de administração que deseja ingressar nesse setor, espera-se aspectos como experiência, habilidade com números, visão estratégica, capacidade de influenciar pessoas e, no mínimo, ser bilíngue. Dentre as posições de destaque no mercado financeiro, é possível encontrar excelentes vagas para auditoria fiscal, planejamento financeiro, setor bancário, entre outras áreas.

Mercado para a área de gestão de pessoas

O setor associado aos Recursos Humanos (RH) vem ganhando um espaço importantíssimo nas empresas, tendo em vista que questões como ergonomia, bem-estar, qualidade de vida e remunerações justas estão em vigor nas empresas abertas às mudanças. Essa área age lado a lado com a administração estratégica e exerce um poder incomensurável nas atividades da rotina corporativa.

Vale ressaltar que o profissional que se dispõe a integrar o RH e trabalhar com a gestão de pessoas precisa ter aptidão para realizar várias tarefas, focar no negócio e exercer um papel decisivo na formação e motivação do ativo intelectual das companhias. As vagas que costumam ganhar certo destaque estão voltadas para o treinamento, seleção de pessoas, coordenadoria e consultoria.

O que considerar ao escolher um curso de Administração?

Ao visualizar as inúmeras opções de graduações que existem nas universidades, você verá que o curso de Administração é aquele que realmente pode alavancar a sua vida profissional e pessoal. Porém, se você ainda está em dúvida se vale a pena ou não ter esse curso em seu currículo, trouxemos algumas das principais razões que podem influenciar sua decisão e o seu futuro acadêmico.

Curso com muitas disciplinas

Enquanto muitos profissionais no mercado de trabalho sabem executar apenas uma ou duas tarefas, você terá a capacidade de apresentar várias competências, afinal, o curso de Administração propicia aprender sobre diversos assuntos. Esse perfil generalista é muito bem-visto entre os gestores das companhias, porque, a cada dia, eles necessitam de pessoas verdadeiramente qualificadas.

Nos mais diversos setores você conseguirá executar suas funções, apresentando um nível aceitável de conhecimento e total consciência do que pode ser aprimorado nos processos organizacionais. Com o acesso que terá às áreas de conhecimento disponíveis na grade curricular, perceba que, aos poucos, o seu perfil assumirá um papel importante na gestão de negócios.

Desenvolvimento do perfil de líder

Por mais que algumas pessoas pensem que a liderança não pode ser aprendida, entenda que isso é uma tremenda balela, pois essa aptidão não é algo puramente inato e no curso de Administração tem seu espaço garantido. Se falta a você iniciativa para executar alguma tarefa ou conduzir o seu grupo de trabalho para uma tomada de decisão coerente, compreenda que é possível melhorar essa questão.

Sabemos bem que é uma imensa responsabilidade assumir o posto de líder de um setor ou, até mesmo, de uma organização, no entanto, o aprendizado adquirido durante a graduação dará a você o direcionamento correto para ter as melhores escolhas. Com esse aspecto bem resolvido, você começa a construir ambientes estruturados, ter inteligência emocional e empatia para lidar com as pessoas.

Mercado de trabalho amplificado

Sabendo que você terá a oportunidade de cursar várias matérias diferentes ao decorrer dos 4 anos, tenha certeza que o reconhecimento ao profissional de Administração é gigantesco no mercado de trabalho. Partindo do princípio que você se dedique, desenvolva uma carreira consolidada, tenha foco constante e busque se aperfeiçoar, torna-se difícil não conquistar um bom trabalho ou promoção.

Independentemente do caminho pelo qual você opte, saiba que a probabilidade será muito maior de alcançar bons salários ao decorrer da vida, principalmente se logo depois da graduação você emendar uma pós. A profissão é valorizada demais, sendo que, com o tempo, seja bem provável que você conquiste seus objetivos de forma simples e suba de cargo sem se preocupar.

Habilidade para empreender

Muitos administradores acabam enveredando para o rumo do empreendedorismo, pois isso é fomentado durante várias vezes no curso e os alunos se sentem encorajados a tomarem as rédeas da própria carreira e montarem um negócio. Boa parte dos donos de startups, gestores de franquias e profissionais autônomos em geral dispõem de conhecimento em administração.

Quer queira ou não, nas veias de um administrador corre o sangue do empreendedorismo, portanto, muito raro que algum bacharel não cogite dar esse passo a mais na carreira profissional. Mesmo que você comece na informalidade e depois se regularize como microempreendedor individual, observará que as alternativas são inúmeras para construir um negócio rentável.

Possibilidade de fazer carreira internacional

Em algum momento da vida, já pensou ampliar seus horizontes e exercer um cargo público ou privado fora do Brasil? Pois bem, a formação em Administração propicia exercer funções em qualquer parte do mundo, desde que você tenha a ânsia de aprimorar seus conhecimentos e busque conhecer uma segunda ou até terceira língua.

As noções de comércio exterior, fusões e aquisições, análises dos cenários de exportação e demais conceitos comerciais serão de suma importância para utilizar no dia a dia de uma multinacional. Inclusive, ter uma carreira internacional faz com que o seu currículo se destaque ainda mais perante os seus concorrentes e possa pleitear cargos relevantes.

Estímulo à inovação

O jeito que você conduz a sua vida hoje em dia será modificado depois de cursar Administração, pois a semente da criatividade e a cultura da inovação são plantadas e regadas constantemente durante os 4 anos. Você começa a vislumbrar novos desafios, a encarar as dificuldades por outros ângulos, ter uma visão sistematizada das coisas e adquirir a famosa resiliência de se ajustar aos problemas.

Essa cultura de pensar em soluções criativas para resolver pontos incongruentes na sociedade é algo que motiva os alunos, pois buscar caminhos alternativos pode proporcionar várias conquistas ao decorrer do tempo. Você terá a expertise de lidar com inúmeros cenários e propor maneiras engenhosas para modificar processos e, a partir disso, desenvolver produtos ou serviços que engajem o público-alvo.

Disponibilidade de várias vagas em concursos

Tem momentos que o nosso trabalho no setor privado acaba cansando, as funções são as mesmas e não temos a perspectiva de ganhar um bom dinheiro, não é verdade? No entanto, com a experiência de ter uma graduação na área administrativa, as chances são muito maiores de conquistar uma vaga no setor público e buscar a estabilidade financeira.

O conhecimento aplicado no curso faz com que você assimile muito melhor as disciplinas cobradas nos editais, o que te deixa um passo à frente dos demais concurseiros nos certames pelo país. Com as ferramentas de produtividade que você aprenderá, também se torna simples montar um cronograma de estudos e, com isso, estudar com dedicação.

Atuação em qualquer área da economia

A tal interdisciplinaridade dessa graduação permite que os estudantes tenham a competência necessária para solucionar várias contas, as quais os departamentos carecem administrar com urgência muitas vezes. A administração proporciona a oportunidade de investir com todas as forças na carreira financeira, seja qual for o perfil da empresa que você trabalhe.

Ter a habilidade de lidar bem com cálculos de capacidade produtiva, estoques, métodos de custeio, índices de rentabilidade e demais contas deixam você com ótimas condições de arriscar o setor econômico. Saiba que o uso da calculadora científica se torna corriqueiro em alguns módulos, mas você agradecerá, e muito, pelo aprendizado adquirido e as noções orçamentárias que terá para gerir com prudência.

A fim de aproveitar todas essas informações que o curso de Administração pode proporcionar e conquistar seu espaço no mercado de trabalho, estude em uma universidade de tradição que tenha professores mestres e doutores e a estrutura ideal para formar você como um profissional de verdade, como a UCDB.

Caso queira saber opções de preços, falar com o coordenador do curso, entender sobre bolsas de estudo, informações do campus e demais assuntos, entre em contato com a gente que teremos o prazer de facilitar sua entrada na universidade! Vem ser UCDB.

Vale a pena fazer graduação? 7 benefícios que só o ensino superior oferece

Em 2017, segundo dados do Ministério da Educação, mais de 10 mil vagas foram ofertadas para o ensino superior, entre instituições públicas e privadas. Números assim fazem a gente se perguntar: será mesmo que vale a pena fazer universidade?

Foi-se o tempo em que as empresas se contentavam apenas em visualizar no currículo que o candidato tinha ensino médio completo. Isso porque as vagas estão cada vez mais complexas, e ter um curso superior é um fator decisivo para a contratação.

Sendo assim, neste post trouxemos 7 vantagens de se fazer uma graduação, com o objetivo de motivar você a estudar ainda mais para arrasar no ENEM. Confira!

1. Adquirir novos conhecimentos

Sem dúvidas, o período passado em uma universidade expande a mente de tal maneira que você pensa: “por que eu não pensei em fazer isso antes?”. No período da educação fundamental e do ensino médio as matérias são básicas e temos a noção do que pode vir, no entanto, ao chegar à universidade, você terá surpresas constantes em relação aos conteúdos apresentados.

Por meio do curso que escolheu, é possível aprimorar o seu senso crítico, pesquisar melhor as informações, compreender as disciplinas a fundo e ainda ter a cultura da inovação presente no dia a dia. Os professores costumam servir como verdadeiros guias durante sua jornada acadêmica, mas não se esqueça de ter um planejamento para estuda melhor e com afinco, pois a cada semestre o nível de dificuldade aumenta.

2. Ter a chance de se especializar

Estar em um curso superior permite que você pense bastante no seu futuro e, com isso, não fique apenas no conhecimento raso, mas busque o aprimoramento constante para agarrar as oportunidades que surgem na vida. A graduação faz com que desperte o interesse de querer mais, o foco para não desistir no primeiro obstáculo e a resiliência necessária para continuar em busca dos seus sonhos.

Durante o bacharelado, licenciatura ou tecnólogo, você notará uma certa identificação por determinada área do conhecimento e, a partir disso, pode escolher qual caminho seguir dali em diante. Vale informar que os cursos de pós-graduação são divididos em duas modalidades:

  • lato sensu: voltados para uma formação específica (MBA e especialização);
  • stricto sensu: abrange mais a teoria e a parte científica (mestrado e doutorado).

3. Crescer profissionalmente

O período universitário dá a clara noção do que fazer na profissão, sendo que escolher uma carreira é um passo fundamental para concretizar nossas pretensões financeiras. A graduação contribui bastante para incrementar o currículo e ter mais valor aos olhos dos gestores, tendo em vista que as empresas de hoje em dia buscam colaboradores cada vez mais qualificados e com várias competências.

Quanto maior o conhecimento apresentado na sua rotina de trabalho, proporcionalmente serão maiores as chances de ter visibilidade no cargo que exerce, conquistar uma promoção e até despertar o interesse de outras empresas. O mercado de trabalho tem se tornado exigente em relação aos pré-requisitos de contratação, portanto, é melhor não dar bobeira por aí e investir em um curso superior.

4. Aumentar os ganhos

Evidentemente, um dos primeiros aspectos que surgem na cabeça de quem busca um curso superior é ter a tão falada estabilidade financeira, pois todo mundo tem seus objetivos e metas. O período acadêmico serve bastante para pleitear um salário atrativo, construir o patrimônio e compreender melhor como lidar com o dinheiro.

Caso você tenha os pés no chão, maturidade para assumir novas responsabilidades e organização quanto ao que deseja fazer a curto, médio e longo prazo, pode ter certeza que vale a pena fazer uma universidade. Acrescentando que, dependendo do curso, você aprenderá a ter educação financeira e isso será de suma importância para poupar com consciência e investir o que ganha para viver apenas de rendimentos no futuro.

5. Obter satisfação pessoal

Outro fator preponderante para escolher um curso de graduação é a satisfação pessoal que isso pode causar, gerando uma melhora considerável na autoestima, inclusive. Muito além da realização material por meio do dinheiro e de cargos elevados, a felicidade de fazer o que gosta e de se aprimorar nisso ninguém consegue tirar de você, pois por mais que seja puxado, o período acadêmico será incrível.

Todos têm seus propósitos de vida, aptidões inatas e a vocação para uma determinada área do conhecimento, por isso, ingressar em uma universidade alimenta o bem-estar de fazer algo útil perante a sociedade. Uma pessoa que ama lidar com os animais, por exemplo, pode se dar bem em Medicina Veterinária, a facilidade com números permite optar por Ciências Contábeis, a habilidade de desenhar pode levar ao curso de Arquitetura etc.

6. Abrir um leque de oportunidades

Realizar um curso superior abre portas que você jamais imaginaria entrar se não estivesse na universidade, principalmente porque o meio acadêmico costuma ser respeitado e atrai o interesse de investidores. Muitos alunos costumam ter vários insights criativos durante a graduação e, para se ter uma ideia, boa parte das startups surgem por meio de problemas encontrados ao decorrer do curso.

Esse leque de possibilidades que a universidade proporciona não se limita apenas à criação empresas, mas em agarrar oportunidades primordiais para a carreira, tal como fazer um curso de idiomas e tentar uma bolsa de intercâmbio. Além disso, vale ressaltar que os salários disponíveis para cargos de ensino superior são muito maiores em concursos — o que pode ser a sua chance de trabalhar no serviço público.

7. Construir uma rede de relacionamentos

É bem provável que você já tenha ouvido falar da importância do networking para a construção do marketing pessoal, não é verdade? Pois bem, a vida acadêmica é ideal para estreitar laços com os colegas de sala e formar parcerias que podem render bons frutos ao decorrer da carreira, principalmente no que se refere à sociedade e possibilidade de trabalho.

Aproveite para conhecer o máximo de pessoas possíveis e não abra mão de conversar com gente que não é do seu curso também, afinal, o conhecimento sobre outras áreas pode enriquecer a sua cultura. Da mesma forma, coloque os professores da graduação na sua rede de contatos, porque isso pode gerar ótimas oportunidades de fazer uma iniciação científica, ter informações de palestras e, quem sabe, conseguir um estágio.

Por fim, perceba que vale a pena fazer universidade por muitos motivos, e a experiência será um marco na sua vida. Então, estude bem para o vestibular e escolha se prefere fazer a graduação presencialmente ou a distância, porque essa decisão será essencial para o seu planejamento e orçamento.

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Vocação profissional: você sabe como descobrir sua profissão ideal?

Você sabe qual é a sua vocação profissional? Não se chateie se por acaso ainda não conseguir responder essa pergunta. A verdade é que nem sempre nós descobrimos qual é a nossa, de maneira tão rápida.

Enquanto algumas pessoas já sabem qual profissão seguir desde criança, a maioria fica perdida na hora de decidir a sua carreira, e não há mal algum nisso. O importante é buscar orientação para fazer a melhor escolha.

Quer saber como descobrir o seu talento e aumentar as suas chances de uma carreira de sucesso? Então, continue a leitura, pois, neste post, daremos dicas valiosas.

Afinal, o que é vocação profissional e por que é importante descobri-la?

A vocação profissional nada mais é do que a propensão que a pessoa tem para determinada profissão, conforme os seus dons, interesses e talentos. Ainda na infância, é comum ouvirmos que levamos jeito para algo em específico, como ser veterinário por gostar de bichos.

Isso porque as nossas habilidades e aptidões já começam a aparecer desde aquela época. Mas é preciso ter em mente que essas características mudam conforme crescemos e adquirimos experiência e aprendizado. Por isso, antes de escolher uma carreira é necessário compreender quais são as suas inclinações, para elevar as suas possibilidades de acertar.

Imagine alguém que tenha pavor a sangue, você acha que ela se daria bem como médico ou enfermeiro? Concluímos que não, concorda? Mas, se essa pessoa é muito comunicativa, criativa e escreve bem, talvez o jornalismo ou a área de marketing sejam as melhores opções.

A partir disso, já dá para perceber porque é tão importante saber onde você se enquadra, pois evita frustrações futuras com a própria carreira. Muita gente se esquece de considerar esse fator e leva em conta somente a parte financeira, ou cede às pressões sociais e de familiares. O resultado pode não ser o esperado, já que a escolha não é baseada no que tem mais a ver com o perfil. É por isso que muitas pessoas não se satisfazem profissionalmente.

Como descobrir qual é a minha vocação profissional?

Agora que você já sabe a importância de relacionar suas aptidões e desejos, chegou a hora de aprender como fazer isso. Vale ressaltar, nem todo mundo define a sua carreira rapidamente. A seguir, acompanhe algumas dicas.

Não espere pelo chamado

Apesar de palavra vocação significar “chamado”, não espere o seu sem fazer nada. Adiar a escolha da profissão pensando que um dia a luz vai chegar sozinha é perda de tempo. É preciso correr atrás para fazer as suas descobertas e, assim, encontrar o que realizará você profissionalmente. Hoje em dia, existem diversos métodos que ajudam nessa missão, inclusive é a intenção deste texto.

Busque informações

Quem se informa não é pego desprevenido e, isso, não é diferente no momento de decidir por qual carreira seguir. Sendo assim, procure saber mais sobre as profissões que você se interessa. A dica aqui é fazer uma lista com aquelas que enchem os seus olhos e procurar as respostas para algumas perguntas:

  • O que essa profissão faz?
  • Como é o dia a dia?
  • Em quais áreas poderei atuar?
  • Quais são as matérias do curso?
  • Enquadro-me nas características do profissional da área?
  • Há mais prós ou contras na carreira em relação aos meus objetivos?

Estes são apenas alguns questionamentos para você se basear na sua busca por informações. Porém, assim que vierem mais questões na sua cabeça, anote e procure pelas respostas.

Converse com profissionais

Quem melhor para sanar as suas dúvidas sobre as profissões que deseja atuar do que os próprios profissionais do setor? Se tiver oportunidade, bata um papo com essas pessoas. Elas poderão contar como é a rotina delas, quais são os desafios encontrados ao longo da carreira, as melhores partes. Enfim, tudo o que você tiver curiosidade em saber sobre a área em que deseja trabalhar, pergunte!

Procure por autoconhecimento

Você se conhece? Já parou para pensar no que gosta, quais são as suas características, as suas habilidades, os seus interesses, o que lhe faz feliz ou aborrece você? Bom, nem todo mundo para pensar sobre isso. Muitas vezes, achamos que sabemos tudo sobre nós mesmos, mas a verdade pode nos surpreender. Quem nunca se pegou fazendo algo que não imaginava que era capaz?

O autoconhecimento é um processo de profunda reflexão e pode até incomodar alguns indivíduos quando eles começam a olhar para dentro. No entanto, ele é extremamente importante para entender sua vocação profissional.

Troque ideias com familiares e amigos

Sabe quem também pode ajudar a entender mais sobre você? Seus familiares, amigos próximos e quem mais conviver com a sua presença. A gente é condicionado a não falar sobre as nossas características positivas e isso faz com que não enxerguemos elas mais.

Quando nos pedem para falar um defeito e uma qualidade, qual vem logo a sua mente? Geralmente, o primeiro, concorda? Por isso, conversar com quem o conhece é uma boa oportunidade para aprender mais sobre você, como seus pontos fortes e as vulnerabilidades.

Faça testes

O teste vocacional é uma ferramenta que ajuda a decidir qual carreira seguir. Um dos principais objetivos dele é analisar os níveis de interesse, capacidade, personalidade e as habilidades dentro das áreas em questão.

Você pode encontrar esse tipo de teste em vários sites na internet. Geralmente, são questionários rápidos que dão uma noção das áreas em que tem maior afinidade. Porém, se perceber que precisa de uma orientação maior, pode procurar por um psicólogo ou consultor, que fará uma avaliação bem mais profunda do seu perfil.

Como vimos, descobrir a vocação profissional é um processo que demanda pesquisas, conversas, testes e, principalmente, o autoconhecimento. Entender qual é a sua, aumenta as chances de você alcançar os seus objetivos, realizar os seus sonhos e ter satisfação na carreira escolhida.

Gostou do nosso post? Então, deixe um comentário com as suas dúvidas ou sugestões. Saber o que você deseja ler conosco é muito importante para que a gente faça conteúdos cada vez mais interessantes. Que tal?