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Precisa estudar nas férias? Saiba como combinar estudos e diversão!

A ideia de estudar nas férias pode deixar muitos alunos frustrados ou estressados, mas saiba que não precisa ser assim. Afinal é possível descansar sem deixar os estudos de lado, pois aprender não significa apenas pegar em cadernos e livros para revisar os conteúdos dados ao longo do ano.

Desse modo, adquirir novos conhecimentos pode ser divertido, inclusive longe das salas de aula. Quer saber como fazer isso durante as férias e, ainda assim, divertir-se? Então, confira este artigo, pois reunimos 6 maneiras para estudar de forma descontraída neste período. Acompanhe!

6 maneiras de estudar nas férias de maneira divertida

Para muitas pessoas, ter férias é sinônimo de fazer nada − ou quase isso. Assim, acordar a hora que deseja, ver qualquer programa na televisão, comer e dormir. Se você não é uma delas e prefere utilizar seu tempo para algo produtivo, é possível fazer isso sem ter dor de cabeça.

Durante este período, existem diferentes modos de não deixar os estudos de lado, pois o ensino não está apenas em sala de aula. Confira!

1. Visite museus

Os museus são portais de entrada para o passado − e, muitas vezes, para o futuro, dependendo do seu foco −, permitindo apreender conhecimento de forma divertida e dinâmica.

Em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, contamos com 19 diferentes opções de museus cadastrados no Guia Brasileiro de Museus. Ao visitar as exposições, você vivencia uma viagem pelo tempo e, ainda, pela história do Estado. Veja algumas opções logo abaixo:

  • Museu das Culturas Dom Bosco: local moderno e imperdível para visitação, localizado dentro do Parque das Nações Indígenas. É o museu da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e existe desde 1951, contando com peças de alto valor histórico, como as de etnologia, mineralogia, paleontologia e muitos outros. Diversão garantida para todas as idades;
  • Museu da Imagem e do Som (MIS): por meio da missão de “preservar a história, educar para o futuro”, apresenta um acervo com mais de 50 mil peças, perpassando por livros, fitas de vídeo, fotografias, discos e máquinas fotográficas;
  • Museu de Arte Contemporânea (Marco): com exibições itinerantes e acervos fixos, o museu tem como objetivo promover a educação, inclusive oferecendo aulas de introdução ao estudo das artes e ateliês de gravura.

2. Coloque sua lista de leitura em dia

Você passou o ano todo estudando para as disciplinas da sua universidade e se esqueceu de ler outros conteúdos que considera interessantes, mas não têm relação com o seu curso? Isso é bem comum na vida dos universitários, que nem sempre conseguem tempo disponível para ver mais assuntos.

Por isso, aproveite as férias para colocar sua lista de leitura em dia. Estimular este hábito é fundamental para que você não volte às aulas com preguiça de acompanhar as disciplinas.

Além disso, é possível adquirir conhecimento ao ler livros, revistas e conteúdos que, aparentemente, não são úteis para a sua formação. Isso porque, com a leitura, você aprende outras palavras e novos assuntos e, assim, a falar e escrever melhor.

3. Tenha o descanso como prioridade

Ao longo de um ano letivo, os alunos ficam ligados no 220v e mal conseguem relaxar, não é? Afinal é prova para cá, trabalho para lá, e o período de descanso parece ser um sonho distante.

Por isso, quando as férias chegam, é muito importante se permitir descansar, tendo isso como sua prioridade. Descansar a mente e o corpo vai ajudar você a recarregar as energias para o próximo período.

Caso opte por negligenciar esse período de sossego, saiba que isso pode ter graves consequências lá na frente, até porque seu corpo, assim como sua mente, precisa de uma pausa. Então, se preferir continuar em uma rotina de estudo intensa, quando voltar às aulas, você já estará cansado e desmotivado por ter se sobrecarregado demais quando não era necessário.

4. Visite locais históricos

Existem diversos lugares históricos, inclusive ao ar livre, que são capazes de fornecer aprendizados bem dinâmicos e, até mesmo, interativos. Nesse sentido, estão incluídos desde praças até monumentos. Conheça algumas das opções em Campo Grande:

  • Praça do Rádio Clube;
  • Praça Ary Coelho;
  • Mercado Municipal Antonio Valente;
  • Relógio Central Renato Barbosa Rezende;
  • Obelisco;
  • Parque Florestal Antonio de Albuquerque − Horto Florestal.

Ao visitar cada um desses lugares, você pode aprender um pouco de História e Biologia, além de se divertir e aproveitar as atrações que existem neles. Se preferir, chame a família ou os amigos para passear nesses locais e tornar o dia ainda melhor.

5. Assista a filmes e séries

O entretenimento pode ser um ótimo aliado na hora de buscar conhecimento, pois existem séries e filmes que, dependendo do gênero, fornecem informações que antes não conhecíamos.

Logo, para estudar nas férias, vale a pena apostar em filmes biográficos, bem como documentários, para aprender assuntos diferentes relacionados [DLC1] à ciência ou a personalidades marcantes da história.

Já partindo para a ficção, existem séries que usam dados reais nas construções de suas narrativas. Sendo assim, tanto com filmes quanto com séries é possível adquirir novos conhecimentos, sem deixar de se entreter.

6. Evite exageros

Durante as férias, é fundamental buscar o equilíbrio e não cair em exageros. Isso significa que você não deve, por exemplo, trocar o dia pela noite, alimentar-se mal frequentemente e viver em baladas.

É necessário cultivar bons hábitos e não escapar deles apenas porque está de férias. Esse cuidado também vale para o extremo oposto que falamos logo acima, ou seja, você não deve enlouquecer de tanto estudar, passar horas e horas em frente aos livros, cadernos e computador estudando.

Portanto evite exageros durante este período, mesmo que existam algumas tentações. Caso eles se tornem frequentes, pode ser bem difícil abandoná-los quando as aulas voltarem. Então, para não passar por esse tipo de problema, é melhor evitá-los.

Como foi possível perceber, é possível estudar nas férias sem se estressar ou se sobrecarregar, afinal, o aprendizado vem de diferentes formas. Aproveite este período para unir lazer e estudo e, logo depois, inicie o novo ano letivo estando bem afiado!

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[DLC1]Podemos mudar aqui para relacionados, para não ficar cacofônico?

Saiba como colocar em prática suas metas de ano novo!

No Réveillon, existem diversas superstições que muitos brasileiros fazem para ter um ano mais próspero que o anterior, como pular sete ondas depois da meia-noite, comer lentilha na véspera e 12 uvas depois da virada. Para os que são mais “pé no chão”, é comum que, durante o mês de dezembro, sejam elaboradas metas de ano-novo.

No entanto, para que elas possam se realizar, devem ser condizentes com a sua realidade. Certamente você já fez uma lista de objetivos para o ano seguinte e, ao final dele, deparou-se com vários itens sem o check, não é mesmo?

Para que isso não aconteça em 2020, elaboramos este artigo para ensinar como colocar em prática essas metas. Ficou curioso? Então, continue a leitura!

5 dicas para colocar suas metas de ano-novo em prática

Para cumprir a sua lista de metas de ano-novo, é importante construí-la com sabedoria. Afinal não queremos que você se frustre por não ter alcançado a maioria dos objetivos. Confira, portanto, as nossas dicas a seguir.

1. Defina objetivos possíveis

Lembra que falamos da importância de fazer uma lista condizente com a sua realidade? Desse modo, você deve escolher objetivos que sejam possíveis de realizar. Por exemplo, se você não tem aquisição financeira suficiente no momento, não adianta colocar como meta “viajar o mundo todo”, não é mesmo?

Isso porque colocar objetivos inalcançáveis para um futuro tão próximo só vai trazer frustração. No entanto não entenda que você jamais irá realizá-los, mas que, para uma data tão próxima, não é possível alcançá-los. Com isso, durante essa fase de elaboração das metas de ano-novo, é importante que você seja realista.

2. Analise erros do passado

Você é uma pessoa que sempre faz a lista de objetivos para o ano seguinte, mas não consegue cumprir nem metade deles? Então, para que o erro não se repita no próximo ano, é importante descobrir quais são as suas falhas.

Geralmente, as pessoas colocam muitas metas fora de alcance ou, até mesmo, fora de controle. Se você é assim, dê atenção a este fato na hora de elaborar as suas metas de ano-novo.

3. Defina metas que dependam só de você

Talvez esta seja uma das dicas mais difíceis de seguir: escolher objetivos que estejam apenas no seu controle. Por exemplo, existem muitas pessoas que colocam metas como “casar”, “namorar”, “ganhar o triplo do salário atual” ou “conquistar o emprego dos sonhos”. No entanto nada disso depende apenas de um único indivíduo.

Existe, afinal, um conjunto de fatores que influenciam no alcance dessas metas. Por isso, é importante selecionar propósitos que não dependam de terceiros. Você pode até desejar esses outros itens, mas não os insira na lista para que não haja essa pressão de conquistar metas que, para serem realizadas, necessitam de outras condições envolvidas.

4. Selecione metas em curto, médio e longo prazo

Se você tem um grande objetivo pela frente, como mudar de casa, deve estabelecer pequenas metas para realizar esse sonho. Caso o grande obstáculo seja o orçamento, coloque como propósito fazer mais cursos na sua área de atuação para conseguir maior qualificação profissional.

Desse modo, é possível conquistar uma promoção no trabalho ou, até mesmo, mudar de emprego, para um que ofereça melhor remuneração. Isso porque alguns demoram mais para serem realizados que outros, então, é um verdadeiro “trabalho de formiguinha” até alcançá-los.

5. Comece com pequenas mudanças

Inserir apenas metas de ano-novo complexas talvez não seja um bom caminho para finalizar o ano com a sua lista completamente feita. Por isso, vale a pena apostar em pequenas mudanças para que elas funcionem como incentivos para os objetivos maiores.

Então, tente simplificar as suas metas. Por exemplo, se o seu desejo é se tornar uma pessoa saudável, comece visitando um nutricionista, depois, reduzindo o consumo de doces e refrigerantes e, em seguida, inicie uma atividade física e assim por diante. Aos poucos, é possível atingir esse propósito.

 

Metas para você investir no seu futuro

Até o momento, falamos sobre como você pode realizar as suas metas de ano-novo, mas, caso queira opções de objetivos que vão influenciar diretamente no seu futuro, selecionamos alguns deles logo abaixo. Confira!

Começar uma nova graduação/pós-graduação

Você está adiando há um tempo a matrícula numa segunda graduação ou pós? Então, chegou a hora de deixar isso de lado e ir à procura do curso ideal. Afinal, atualmente, o mercado de trabalho está ainda mais exigente, então, apenas uma graduação se tornou requisito básico para conquistar aquela vaga dos sonhos.

Por isso, devido à alta competitividade, é importante que você invista na qualificação profissional, que pode ser alcançada tanto por meio de uma nova graduação quanto por uma pós-graduação.

Estudar um novo idioma

Já se foi o tempo em que o inglês era um diferencial no currículo. Para muitas empresas, ele é fundamental, pois lidam diariamente com parceiros de outros países e, por isso, precisam de colaboradores que dominem esta língua.

Então, se você ainda não fez um curso de idiomas, coloque isso como meta e corra atrás do tempo perdido, organizando também uma rotina de estudos eficiente. Caso já saiba inglês, invista em outra língua também bastante requisitada, como o francês e o espanhol.

Em algumas situações, dependendo da sua área de atuação, vale a pena estudar uma língua que não é muito comum entre os concorrentes, como árabe ou alemão. Assim, você consegue se destacar no mercado de trabalho.

Viajar mais

Como a vida não é só o trabalho, é importante investir nos momentos de lazer. Para isso, sempre que puder, não deixe de viajar. Além de possibilitar uma recarga de energia para, posteriormente, voltar à rotina, a viagem proporciona experiências pessoais inesquecíveis.

Afinal você conhece novos lugares, pessoas e culturas, o que é capaz de engrandecer um ser humano. Desse modo, você se torna uma pessoa mais motivada e leve, de maneira [DLC1] geral. Por isso, nem que seja apenas um fim de semana numa cidade do seu estado, opte por viajar mais em 2020.

A partir destas dicas, você consegue elaborar metas de ano-novo que podem ser cumpridas e, assim, surpreender-se quando chegar ao fim do ano e perceber que cumpriu todos os seus objetivos. Então, não deixe para última hora e já comece a elaborar a sua lista.

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Listamos as habilidades profissionais mais buscadas no mercado

Independentemente da escolha profissional, o conhecimento técnico já não basta para atender às exigências do mercado. Isso porque, atualmente, também se revela necessário contar com habilidades profissionais para conseguir se destacar e conquistar uma vaga de emprego ou promoção no trabalho.

Estas são as chamadas soft skills, ou seja, competências relacionadas ao comportamento que facilitam o seu sucesso no ambiente de trabalho. Logo, são aptidões intrínsecas ao indivíduo, mas podem ser aprimoradas.

Pensando nisso, decidimos elaborar este artigo com as oito habilidades profissionais mais exigidas atualmente pelo mercado. Quer saber quais são elas? Então, continue a leitura!

As habilidades profissionais mais buscadas no mercado atual

Os profissionais mais bem-sucedidos apresentam determinadas aptidões que influenciam na sua produtividade e, com isso, no resultado dos negócios. Desse modo, os recrutadores passaram a valorizar as soft skills. Confira algumas delas logo abaixo!

1. Inteligência emocional

Lidar com os desafios diários de uma profissão não é para qualquer um. Afinal, a pressão e o estresse podem tomar conta do profissional a ponto de reduzir a sua capacidade produtiva.

Por isso, ter inteligência emocional para saber gerenciar os próprios sentimentos se tornou fundamental no ambiente de trabalho. Além disso, esta aptidão também possibilita que você consiga administrar e aprimorar os relacionamentos interpessoais.

Então, esta aptidão permite que você saiba como se comportar adequadamente, identificando de onde vêm as emoções e como geri-las, além de conquistar as pessoas dentro e fora do trabalho.

2. Capacidade de resolver problemas

A forma como você, no ambiente de trabalho, lida com os problemas reflete a sua capacidade de ser resiliente. Isso porque, a todo tempo, precisamos tomar decisões e muitas delas envolvem a resolução de questões.

Desse modo, não deve haver espaço para dúvidas ou receios, mas confiança na sua habilidade de corrigir uma adversidade. Esta é uma das competências mais valorizadas pelo mercado de trabalho, tanto para problemas simples quanto para os complexos.

Ou seja, mesmo nos momentos de crise ou dificuldades, é importante manter o foco em como solucionar a situação, entregando resultados. Com isso, ter iniciativa também aparece como um fator fundamental.

3. Criatividade

Os gestores esperam que você consiga trazer ideias e soluções inovadoras, então, a criatividade entra como uma importante soft skill atualmente. É importante destacar que uma pessoa criativa não é apenas aquela que consegue criar algo, mas também a que sabe trazer soluções.

Logo, esta capacidade dialoga diretamente com a anterior. Afinal, a criatividade também é capaz de direcionar o colaborador em busca das perguntas certas para que ele chegue à conclusão mais acertada.

Com isso, quem é criativo consegue ir além do que é esperado pelos gestores, sendo uma pessoa dotada de iniciativa e capacidade de motivar a equipe para novos objetivos.

4. Liderança

Ao contrário do que muita gente pensa, a capacidade de liderança não deve ser reservada apenas ao dono da empresa. Os colaboradores que desejam se destacar também devem ter a visão do chefe.

Isso significa que é preciso observar tudo ao seu redor, dentro e fora da empresa, para trazer sugestões sobre oportunidades de melhorias e de mercado, além da possibilidade de reduzir custos.

Dessa forma, o líder deve ser uma pessoa que saiba assumir responsabilidades, delegue tarefas, consiga se comunicar com transparência e desenvolver os outros colaboradores.

5. Autoconfiança

Para assumir riscos de uma forma segura, é importante que você seja uma pessoa autoconfiante, ou seja, acredite no seu potencial dentro da empresa e na sua capacidade de desempenhar as tarefas.

Logo, é importante que você tenha confiança no seu conhecimento e nas suas habilidades, transmitindo-a para os outros colaboradores que, a partir disso, conseguem confiar mais no seu trabalho.

Podemos perceber que o modo como um colaborador se enxerga também está ligado à forma como o chefe e os outros colaboradores podem enxergá-lo. Então, se você é dotado de autoconfiança, vai conseguir passar isso para os demais. Caso contrário, a sua postura cheia de dúvidas também fará com que eles tenham receio de confiar em você como profissional.

6. Trabalho em equipe

Lidar com o outro nem sempre é fácil, afinal, cada um tem uma personalidade específica e um jeito de pensar e trabalhar, o que, inevitavelmente, pode resultar em pequenos choques durante um dia de trabalho.

No entanto é fundamental passar por cima desses conflitos e conseguir trabalhar bem em equipe. Até porque poucas são as pessoas que conseguem avançar profissionalmente sem ajuda alheia, não é mesmo?

Então, saiba ouvir atentamente e compartilhar as suas ideias com a equipe em prol de um único objetivo. Caso existam discussões, não deixe que elas tomem grandes proporções e se tornem pessoais.

7. Assertividade

Ainda que muitos confundam esta palavra, acreditando que ela significa “estar sempre certo”, saiba que este não é o seu real significado. Assertividade está ligada à capacidade de se impor sem usar a agressão, defendendo, portanto, as suas ideias de modo claro e argumentativo.

Dessa forma, ser assertivo também indica que você não pode concordar com uma opinião ou ideia que, na verdade, discorda, só por medo de enfrentar a situação. Sendo assim, a empresa deseja profissionais que saibam trazer o seu ponto de vista e defendê-lo.

É importante lembrar que discutir agressivamente não traz nenhum resultado além de estresse, enquanto concordar sempre por medo da reação do outro é ruim para você, tanto para o lado pessoal quanto para o profissional.

8. Comprometimento

Certamente, você já ouviu que, quando estamos trabalhando, devemos vestir a camisa da empresa. Isso está relacionado ao comprometimento, ou seja, o quanto você está conectado com o objetivo da organização.

Atualmente, o mercado preza por colaboradores que estejam comprometidos com as metas de crescimento e com as novas oportunidades de negócio que surgem de acordo com as demandas dos clientes.

Com isso, o comprometimento não está relacionado apenas ao cumprimento de prazos ou pontualidade em reuniões. Afinal, vai bem mais além.

Com este artigo, você pôde descobrir quais são as habilidades profissionais mais requisitadas pelo mercado e, assim, tentar aprimorá-las para conseguir se destacar na sua profissão. Saiba que todas elas podem ser desenvolvidas com o tempo, mas é necessário que haja dedicação para que esse processo seja verdadeiramente eficaz.

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Conheça os livros sobre tecnologia que vão abrir sua mente!

Os livros sobre tecnologia têm se propagado amplamente entre os leitores brasileiros. Trata-se de uma temática que nos últimos anos chegou com enorme importância nas prateleiras das livrarias, mas que já era um assunto muito lido por leitores estrangeiros.

Pensando na relevância do assunto para o desenvolvimento pessoal e social, fizemos esta pequena lista com sete livros fundamentais sobre tecnologia. Iniciaremos explicando o porquê de tais publicações serem tão relevantes hoje em dia e para pensar o futuro. Entre em contato com referências interessantes e melhore sua qualificação profissional! Vamos lá?

A importância de manter-se atualizado

Livros de tecnologia ensinam muito mais do que relatos técnicos e narrativas do ponto de vista das grandes empresas tecnológicas e de seus criadores. Eles são uma maneira de entrar em contato com a nossa realidade imediata e também com o que está por vir.

As transformações sociais estão intimamente ligadas com os avanços tecnológicos. Elas ocorrem tão rapidamente que não conseguimos dar conta nem mesmo daquilo que já está instaurado na sociedade. Sendo assim, seja qual for a sua área oficial de trabalho, entrar em contato com as discussões sobre tecnologia tem muito a acrescentar a sua experiência pessoal e, até mesmo, pode enriquecer o currículo.

7 livros sobre tecnologia para adicionar à estante

1. The Internet of Things (Samuel Greengard)

Ainda sem tradução para o português, a obra tem como objeto esse interessante recurso que promete revolucionar o mercado e a sociedade como um todo: a Internet das Coisas. Trata-se da possibilidade de conectar todo tipo de aparelho e objeto a uma rede digital, facilitando a vida das pessoas que os utilizam.

É como nos filmes de ficção científica, em que a casa é totalmente automatizada, sua geladeira avisará quais produtos estão faltando etc. Greengard argumenta neste livro que a Internet das Coisas ainda está nos estágios iniciais, seus efeitos ainda são pouco visíveis e, até mesmo, inimagináveis. Ele traça os primórdios desse recurso e ainda faz um panorama do que esperar de um futuro no qual máquinas, pessoas e objetos estarão o tempo todo interconectados.

2. Realidade Virtual e Aumentada: Tecnologias para Aplicações Profissionais (Arivelto Bustamante Fialho)

Arivelto Bustamante é um professor com grande experiência nas áreas da docência e da pesquisa em tecnologia. O livro em questão serve como um manual para quem está interessado em saber mais sobre realidade virtual (RV) e aumentada (RA) de um ponto de vista técnico e direto.

Nele, você aprenderá a diferenciação entre RV e RA, além de entender como essas tecnologias já estão sendo usadas em diversas áreas do conhecimento. Profissões como as das áreas médicas, planejamento urbano e educação fazem parte desse cenário, que é descrito com propriedade pelo autor.

3. AI Superpowers: China, Silicon Valley, and the New World Order (Kai-Fu Lee)

O Dr. Kai-Fu Lee é um dos maiores experts do mundo em Inteligência Artificial (IA) e sua relação com a China. Nesta celebrada obra, ele relata o processo de aceleração do desenvolvimento do país, relacionando-o com o uso da tecnologia de IA pelos chineses.

Kai-Fu Lee argumenta que, por conta de tais transformações científicas, o mundo atravessa um período de mudanças acelerado, diferente dos moldes que conhecíamos na história.

4. Os Inovadores: Uma Biografia da Revolução Digital (Walter Isaacson)

Após escrever uma das mais célebres biografias de Steve Jobs, Walter Isaacson deu continuação à temática com esta obra, que já conta com tradução em português. Desta vez, Isaacson decide acompanhar a história de um ponto de vista mais amplo: basicamente, narrando a biografia das pessoas que criaram os computadores e a internet.

Ainda que biográfico e baseado em fatos reais, o estilo dinâmico do autor ajuda a tornar esta leitura muito fácil e divertida. Além da história em si, ele também faz um comentário sobre como funciona a mente desses indivíduos, resgatando personagens que vão desde Alan Turing até Steve Wozniak e Bill Gates.

5. A Loja de Tudo: Jeff Bezos e a Era da Amazon (Brad Stone)

Brad Stone teve um acesso sem precedentes à Amazon e à pessoa de Jeff Bezos para escrever esta que é a obra mais importante sobre a gigantesca empresa. Trata-se de uma história que ainda está sendo contada, mas é possível compreender, a partir do recorte feito por Stone, o fenômeno do crescimento da Amazon e as práticas de gestão que a tornaram o que é hoje em dia.

Entenda, com esta leitura, como a Amazon deixou de ser um site de vender livros para chegar ao status de loja mundial, que vende tudo, compreendendo também o papel de Jeff Bezos nessa história.

6. 64 Things You Need to Know Now for Then: How to Face the Digital Future without Fear (Ben Hammersley)

O celebrado livro do guru tecnológico Ben Hammersley é uma leitura indicada para qualquer tipo de pessoa, mesmo para quem não é um aficionado por tecnologia. Não deixe que a falta de uma tradução em português impeça sua leitura, caso tenha algum receio. Ele é escrito com uma linguagem simples e pode ser uma ótima oportunidade para treinar a língua inglesa.

Nesta obra, Ben dá dicas e direcionamentos sobre o que esperar da vida no século XXI, que apenas começou a se apresentar diante de nós. Ele explica um pouco das transformações que vivemos hoje, considerando a interface de campos como política, história, economia etc.

7. A Física do Futuro – Como a Ciência Moldará o Destino Humano e o Nosso Cotidiano em 2100 (Michio Kaku)

Neste best-seller, Michio Kaku faz algumas previsões para o futuro pautadas em uma pesquisa exaustiva e dados sólidos. Foram usadas entrevistas com mais de 300 cientistas renomados em suas áreas. A partir dessas informações, ele busca traçar com honestidade quais são as mudanças que podem ser esperadas no próximo século.

Além disso, ele também faz um trabalho importante em desmentir alguns mitos propagados pelo senso comum a respeito das possibilidades do futuro. Em tempos de ampla propagação de falsas informações, é uma ferramenta útil para discernir verdades e mentiras do que tem sido dito sobre a tecnologia.

Como você pôde perceber, os livros sobre tecnologia tratam de temas comuns e necessários de serem pensados por todos. Aqueles que compreendem as transformações promovidas por esses avanços conseguem se apropriar melhor do que está por vir, além de crescerem também enquanto profissionais antenados às demandas do mercado.

Alguns dos exemplares listados estão em língua inglesa, mas nenhum deles apresenta grande desafio para quem tem um inglês entre o básico e o intermediário. Desnecessário dizer também que se comunicar nesse idioma é indispensável para quem quer ter os requisitos mínimos para construir uma carreira de sucesso.

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Não passei no vestibular, e agora? 7 dicas que vão te ajudar

“Não passei no vestibular, o que fazer?”. Esse pensamento já passou pela sua cabeça? Alcançar um objetivo de vida pode ser bem difícil para os estudantes e a reprovação é algo que faz parte da vida de muitas pessoas. Como lidar com essa situação? A resposta não é fácil — mas passa por se preparar e continuar tentando.

Muita paciência, persistência e dedicação ainda vão ser necessárias para chegar lá. Por isso, decidimos listar as principais dicas para lidar com esse sentimento e seguir em frente. O que acha de continuar com a gente neste post?

1. Mantenha-se aberto a outras opções

A não aprovação em um vestibular não precisa representar uma barreira entre você e uma boa instituição de ensino. O que isso significa? Pense da seguinte forma — existem outras formas de entrar em universidades, certo?

Aqui, entram vestibulares de inverno como os da UCDB, contando com provas no meio do ano. O processo seletivo é como o de uma prova comum — a diferença é que as vagas não ficam disponíveis apenas no início do ano.

Não se esqueça de ficar de olho nos programas especiais que ofertam bolsas de estudos. Alguns contam com oportunidades para alunos do ensino médio de escolas públicas e privadas, como o Desafio UCDB — uma nova chance para ingressar na Instituição.

2. Reveja os erros cometidos

Cometer erros na hora de estudar é uma coisa que todos os estudantes fazem, não é? No entanto alguns detalhes podem passar despercebidos ao fazer a prova — notados apenas com uma revisão da própria forma de estudar.

Um erro muito comum é o de adiar o início do estudo. Sabe quando você sente que tem muito tempo disponível e decide postergar? Então, isso pode representar um problema para você.

Isso porque o material também precisa de um tempo para assimilação. O mesmo vale para o foco em apenas uma quantidade restrita de matérias. É comum com assuntos que se tem mais domínio — ainda assim, estudar apenas o que gosta pode ser uma péssima ideia.

3. Reveja os métodos de estudo

Vamos supor que você dedica o tempo certo para estudar e, ainda assim, não é aprovado. O que mais precisa ser acertado? A resposta pode estar no método. Muitas vezes, assimilamos os conteúdos de forma “mecânica” e temos menos chances de recordação em uma prova.

Uma das técnicas mais populares para isso é a Pomodoro. A ideia é alcançar produtividade e concentração por meio de combinação de trabalho e relaxamento. Como isso pode ser feito? Na prática, a ideia é simples e define períodos específicos para esforço e distração — geralmente, cinco minutos de descanso e vinte e cinco de dedicação.

Outro método comum é o mapa mental. Nesse caso, as matérias são organizadas em um diagrama e contam com um tema central. Por meio de flechas ou ligações visuais, as partes importantes vão se conectando a esse assunto e representando graficamente as ideias.

4. Mantenha a organização

A falta de organização atrapalha qualquer atividade, desde uma simples leitura até a execução dos exercícios. Para isso, você precisa eliminar hábitos ruins e problemáticos da sua rotina.

A diminuição das horas de sono, por exemplo, pode reduzir sua disposição e provocar problemas de concentração. Caso você sofra de insônia, dispositivos que emitem luz azul — como computadores e celulares — costumam estar entre os principais causadores.

Em alguns casos, a falta de organização acontece pela não determinação de prioridades. Afinal, com tantos assuntos para estudar, como saber por onde começar? O ideal é criar uma ordem, como por dificuldade, por incidência na prova ou por assuntos com maior número de erros.

5. Invista em um curso preparatório

De forma geral, os alunos presentes em maior número nas universidades são os que passaram pelos cursinhos em algum momento. O contato com o professor e com colegas facilita ao tirar dúvidas e compartilhar lições.

Não só isso — o cursinho ajuda a criar um círculo social, promovendo amizades e trocas na hora de resolver exercícios. A grande vantagem aqui é a preparação focada na aprovação, com o conteúdo das matérias elaborado com esse foco.

Dependendo do curso, você consegue uma orientação ainda mais específica para o vestibular que você quer passar. Existem diferenças entre o que cada instituição cobra e esse modelo talvez seja interessante para você.

6. Mantenha o otimismo

É mais difícil manter o pensamento positivo quando a data do vestibular está perto, não é? Ainda assim, o otimismo pode ser uma boa forma de encarar esse tipo de desafio e melhorar as chances de passar.

Isso porque pessoas otimistas que olham o lado bom das coisas tendem a perceber mais a solução do que o problema. Os estudantes com postura mais positiva ainda contam com mais ajuda, já que é mais difícil conviver com pessoas excessivamente pessimistas.

A negatividade pode desestimular seus estudos por sempre indicar que o pior cenário vai acontecer — nesse caso, a reprovação. Afinal, se você tiver a profunda convicção de que não vai passar, qual é a razão de estudar? Esse tipo de pensamento é justamente o que deve ser evitado.

7. Não desista

Desistir de passar no vestibular representa um problema para sua carreira. Profissionais com curso superior contam com mais oportunidades de emprego, maiores ofertas de salário, possibilidade de especialização e por aí vai.

Não pense que isso se resume apenas a vida profissional. Muitas vezes, o conhecimento adquirido numa graduação é uma mão na roda para crescimento pessoal, com aprendizados sobre lidar com prazos, conviver com pessoas diferentes e adquirir responsabilidade, além do conjunto de vivências que você passa a ter.

Se você já passou os olhos pela lista de aprovação, e o pensamento “não passei no vestibular” cruzou sua mente, saiba que as dicas do texto podem ajudar a lidar com esse momento. Se você mantiver a cabeça em pé e continuar sendo persistente, certamente vai ter chances melhores na próxima vez.

Não se esqueça de que a escolha do curso e da instituição interfere muito nas suas chances de aprovação e na qualidade de ensino. Procure uma universidade que realmente possa corresponder a suas expectativas que tenha cursos compatíveis com sua rotina.

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Orientação de carreira: 8 dicas para escolher uma profissão

Quando os últimos meses do ensino médio chegam, é comum ser bombardeado com perguntas sobre qual profissão assumir, não é? É justamente nessa hora que as várias dúvidas surgem. Mas será que você sabe qual orientação de carreira seguir?

Escolher uma profissão exige planejamento e priorização das coisas mais importantes. Afinal, é no seu trabalho que você vai passar vários anos da sua vida, certo? Para isso que escrevemos este post, destacando as melhores dicas sobre o assunto. O que você acha de continuar com a gente nesta leitura?

1. Entenda seus gostos e interesses

Ganhar dinheiro e fazer o que gosta não precisam ser coisas incompatíveis. Na infância, é comum ouvir conselhos como “faça o que dá prazer”, não é? Tem um motivo importante por trás desse conselho. Pessoas que se divertem com seu trabalho tendem a ser mais empenhadas e motivadas.

Ainda assim, chegar nesse resultado não é tão simples quanto parece. Nem sempre sabemos de que gostamos, e um pequeno processo de “descoberta” precisa acontecer na vida da maior parte das pessoas.

Digamos que você já saiba. Qual é o próximo passo? Na prática, é transformar seus gostos em uma profissão — ou encontrar a que mais tem a ver com você. Procure entrar em contato com pessoas que têm interesses em comum e veja se conseguem viver do que gostam.

2. Busque o máximo de informações sobre todas as profissões

Existem muitos detalhes que fazem a diferença na hora da escolha da profissão. Você pode começar observando o perfil do profissional e ver se consegue se identificar. Por exemplo, profissionais de Jornalismo tendem a ter um perfil antenado e pontual, enquanto médicos têm como requisito a vontade de ajudar as pessoas.

O mercado de trabalho também faz diferença. Existe uma boa chance de empregabilidade na área que você quer atuar? O salário é compatível com o estilo de vida que você gostaria de ter? As respostas para essas perguntas são importantes.

Outro ponto a ser analisado é o ritmo de trabalho. Aqui, vale a busca de informações com os profissionais da área. A oferta de emprego de algumas profissões prioriza o ritmo mais “acelerado” em relação a trabalhos com carga horária menos elevada.

3. Conheça melhor a si mesmo

Você tem algum talento, habilidade ou vocação? É muito comum encontrar pessoas que escolhem profissões com traços de seus hobbies. Um desenhista de fim de semana pode virar um grande designer, assim como um aluno que gosta de matemática tem chances de seguir a carreira de engenheiro.

Não tem atividades preferidas? Então, o primeiro passo é encontrá-las. Além de fornecer pistas sobre sua profissão, os hobbies podem fazer de você uma pessoa mais criativa e trazer experiências novas.

Você pode começar olhando os seus interesses atuais. Se você gosta de livros, por exemplo, que tal arriscar a escrever um? Outra forma de encontrar gostos e práticas é refletindo sobre sua própria infância.

4. Faça um teste vocacional

O teste vocacional revela profissões desconhecidas e afinidades que você teria dificuldade de perceber. Dependendo da forma de elaboração, dá para identificar carreiras que são compatíveis com seus pontos fortes e fracos.

A avaliação faz parte do universo da orientação de carreira e serve justamente para dar suporte ao fazer a escolha e dar os primeiros passos no mundo profissional. Lembra de quando fizemos menção à importância de conhecer os próprios gostos? Então, o teste pode ser útil nessa hora.

O que é avaliado? De forma geral, pontos que revelam pistas sobre sua decisão ideal. Pode ser um traço de personalidade, uma preferência não observada, um anseio sobre a vida profissional e por aí vai.

5. Converse com profissionais da área

Você já parou para conversar com pessoas formadas na área que você quer seguir? Profissionais experientes podem revelar detalhes que não aparecem em uma primeira pesquisa, a exemplo de: como é lidar com clientes? É fácil administrar as cobranças?

A experiência das pessoas revela esse tipo de detalhe. Em alguns casos, a profissão não é a primeira escolha das pessoas formadas — mostrando que mudanças de decisão e reviravoltas também acontecem no mundo profissional.

6. Visite empresas

Você já deve ter ouvido a frase “existe muita coisa que a faculdade não ensina”, não é? Isso inclui a dinâmica de uma empresa na realidade. Existem trabalhos que acontecem durante o dia, atividades noturnas, rotinas home office, profissionais que devem bater o ponto e por aí vai.

Não só isso — a organização e a preparação para o trabalho também contam. Ao visitar uma empresa, observe tudo o que está acontecendo, desde a forma que os profissionais se comunicam até seu ambiente de trabalho. Veja se ali é um lugar em que você gostaria de estar.

7. Faça uma lista com algumas opções de carreira

Lembra aquele ditado que diz “nunca deixe todos os ovos em uma cesta só”? Então, também serve para o mundo profissional. Criar uma lista de opções para a carreira é importantíssimo para ter alternativas caso uma opção não corresponda às suas expectativas.

Em alguns casos, isso já é percebido durante o período de estudos. Sabe quando você não se dá bem com as matérias e percebe que o curso não é exatamente o que esperava? Nesse caso, ter um “plano B” é útil.

8. Liste os prós e contras

Listar os prós e contras pode ajudar a enxergar um assunto por vários ângulos diferentes, desde o mais pessimista até o mais otimista, sempre levando a uma conclusão equilibrada e ponderada. A maior parte das carreiras vai ter méritos e deméritos, não é? Não há motivo para deixar de considerar os dois.

Existem vários detalhes que você precisa ficar de olho na hora de definir sua profissão e fazer a escolha. A universidade tem um papel importante para a orientação da carreira e conta com profissionais que podem contribuir muito.

Por isso, o ideal é procurar instituições de ensino como a UCDB, com o compromisso de ajudar na busca pela profissão ideal. Ainda é possível frequentar mostras e workshops que abordam o tema de forma livre.

O que acha de aprender ainda mais sobre educação e vocação profissional? Então, siga a gente no Facebook!

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